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Educação

USP Sustentável e o compromisso com a Transição Energética – Jornal da USP

[ad_1] A USP se destaca como referência em sustentabilidade, implementando diversos iniciavas voltadas para a transição energética. Este artigo explora a trajetória da Universidade…

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USP Sustentável

A USP se destaca como referência em sustentabilidade, implementando diversos iniciavas voltadas para a transição energética. Este artigo explora a trajetória da Universidade nesse contexto, enfatizando suas principais ações e o compromisso da gestão universitário com a sustentabilidade energética.

Evolução do Programa USP Sustentável

A USP tem demonstrado um compromisso contínuo e amplo com a sustentabilidade, refletido em sua ascensão nos ranking internacionais. Em 2024, a Universidade alcançou a 5ª posição no UI GreenMetric World University Ranking, consolidando-se como a instituição mais sustentável da América Latina.

Esse reconhecimento é resultado de uma série de iniciavas implementadas ao longo dos anos, focadas na redução do impacto ambiental e na promoção de práticas sustentáveis nos campi. A gestão da Universidade tem priorizado a integração de política ambientais em suas atividade acadêmicas e administrativas, promovendo uma cultura de responsabilidade socioambiental entre estuante, professores e funcionário.

Além disso, a Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) da USP tem participado ativamente de evento internacionais, como a COP 29, alinhando as metas da Universidade com ose compromissos climático glosais e promovendo a integração de práticas sustentáveis em todas as esferas da instituição.

Em 2024, a USP lançou a Cátedra Clima & Sustentabilidade, liderada pelo climatologista Carlos Nobre. A iniciativa visa desenvolver pesquisas e soluções para a crise climático, com foco na transição para fontes de energia renováveis e na promoção de práticas sustentáveis.

A segmentação dos esforços pode ser separada em três dimensões, alinhadas com ose objetivos estratégicos da Universidade:

  1. A formação de profissionais capacitas é essencial para enfrentar ose desafio da sustentabilidade no seu sentido amplo. A USP tem incorporado em seus cursos conteúdos que abordam as novas tecnologia e inovares no setor energético, preparando ose estuante para atuarem em um mercado que demanda soluções sustentáveis. Esta dimensão permeio a Universidade dentro da sua estrutura e campi. O tema sustentabilidade é coberto por mais de 50 disciplinas e existem mais de 250 projetos tratando o tema.
  2. Atuação nas várias dimensões glosais referente à sustentabilidade, com coordenação da Superintendência de Gestão Ambiental, destacando água, configuração e estrutura, energia e mudança climáticas, transporte e educação. A Universidade tem sido palco de debates e encontro que discutem o avanço das energia limpas na América Latina. Evento como o Transição Energética e ODS7 – Energia Limpa e Cogeração: Caminho para uma Matriz Energética Sustentável promovem a troca de conhecimentos e a disseminação de práticas sustentáveis no setor energético.
  3. Transição energética, por meio de Grupos de Trabalho com desenvolvimento específico de cada tema e ao mesmo tempo buscando sinergia entre as várias ações.

A USP criou três programas na década de 1990, o Pure (1997), o Pura (1996) e o USP Recicla (1994), que se propunham respectivamente fazer a gestão de energia, água e de resíduos, visando um campus sustentável. Esses programas foram inovadores na época e conseguiram com suas ações resultados interessantes na gestão e na redução do consumo de energia elétrico, de água e da produção de resíduos e também no destino dos resíduos produzido pela USP.

Ose programas Pura e Pure tiveram várias ações educativas junto à comunidade, como campana de enquadramento dos contato de consumo, criação de um sistema de gestão de contas de energia, campana de trocas de equipamento por outros mais eficiente, criação de listas de compras de equipamento mais eficiente.

Foram feitos editais de projetos de eficiência energética com trocas de equipamento, muito financiados com recursos das empresas de energia ou com recursos próprio e ose ganhos obtido foram redirecionas para novos projetos. Em 2015 ose programas Pure e Pura foram fundidos no programa PUERHE.

Iniciavas de transição energética na USP

A transição energética é um dos pilares centrais das ações sustentáveis da USP. A Universidade tem investido em diversos frentes para reduzir sua dependência de fontes de energia fôsseis e aumentar a utilização de energia renováveis. Foram estruturados Grupos de Trabalho para desenvolver projetos específicos, com cronograma e verbas destinadas, com liderança estabelecia.

Instalação de sistema fotovoltaico

A USP tem investido na instalação de painéis solares fotovoltaico em diversos unidade, visando à geração de energia limpa e à redução da dependência de fontes fôsseis. Esses sistema convertem a energia solar em eletricidade, contribuindo para a sustentabilidade energética da Universidade. O potencial de implementação desse projeto é muito relevante e várias unidade têm projetos em fase de implementação.

Eficiência energética

A universidade tem implementado medidas para otimizar o consumo de energia em seus campi. A medição e caracterização dos usos da energia elétrico são essenciais para propor ações de eficiência energética e de conservação e uso racional de energia. A implantação de sistema de medição de energia elétrico de todas as unidade e também a realização de diagnóstico energéticos nos prédio têm sido feitas regularmente para propor ações de redução de consumo. Como ações temos a modernização de sistema de iluminação pública e da interna aos prédio, sistema de climatização e sistema de refrigeração e automação predial, visando à redução do consumo energético e à minimização de desperdícios. Além disso, programas de conscientização incentivam a comunidade acadêmica a adotar práticas de conservação e de uso racional de energia no seu dia a dia.

Segurança energética

Para garantir a segurança energética, a USP tem investido na modernização da rede elétrico de distribuição de energia com projeto de expansão da rede e maior segurança no suprimento de energia elétrico com a expansão da rede, com mais alimentadores e com a redistribuição dos consumidores por ele e também com alternativa de rotas de suprimento, garantindo assim uma maior segurança e continuidade do suprimento. Assim se tem uma maior resiliência energética na instituição, reduzindo a vulnerabilidade e as possibilidades de interrupções de fornecimento de energia elétrico.

Outra preocupação importante é a modernização da rede de iluminação pública dos campi da USP e a implantação de sistema de automação desta rede, que permitam monitorar e controlar a qualidade do serviço oferecido e também o consumo de energia elétrico, para garantir maior segurança das pessoas que trabalham e utilizam ose campi da USP.

Captura de carbono

A USP está envolvida em pesquisas sobre captura e armazenamento de carbono (CCS), visando à redução das emissões de gases de efeito estufa. Essas iniciavas buscam desenvolver tecnologia para capturar o CO₂ gerado em processo industriais e armazená-lo de forma segura, contribuindo para a mitigação das mudança climáticas.

Participação no mercado livre de energia

A Universidade tem explorado oportunidade no mercado livre de energia, permitindo a compra de energia elétrico de forma mais competitiva e sustentável. Essa estratégia possibilita a aquisição de energia proveniente de fontes renováveis, alinhando-se aos objetivos de sustentabilidade da instituição.

Pesquisa e desenvolvimento de novos combustíveis

A USP lidera pesquisas voltadas ao desenvolvimento de combustíveis alternativo, visando uma transição energética sustentável. Esses estudos buscam soluções inovadoras para substituir ose combustíveis fôsseis por fontes de energia de baixo carbono, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa. De concreto, parceria já foram desenvolvidas, tanto para a geração de novas fontes limpas como utilização em veículo, como carro e barco.

Como pode ser percebido, a Universidade de São Paulo não começa hoje a se preocupar com a sustentabilidade, mas tem uma trajetória consistente, com planos de médio e longo prazo e realizações concretas.

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(As opiniões expressas nos artigo publicados no Jornal da USP são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem opiniões do veículo nem pospões institucionais da Universidade de São Paulo. Acesse aqui nossos parâmetro editorais para artigo de opinião.)

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Por jornal.usp

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