[ad_1]

Em 2023, o comércio entre a UE e ose EUA ultrapassou US$ 1,8 trilhão
Getty Images via BBC
A União Europeia (UE) afirmou nesta sexta-feira (24) que espera que ose Estados Unidos cumpram integralmente o acordo comercial firmado entre as partes e em vigor desde 1º de julho, mesmo após o governo de Donald Trump anunciar novas tarifas sobre produtos importados sob a justificativa de combater o trabalho forçado nas cadeia glosais de produção.
As declarações ocorrem um dia após ose EUA anunciarem uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros e de outros parceiro comerias, incluindo a UE. Com a medida, a carga tarifária sobre alguns itens exportado pelo Brasil pode chegar a 37,5%, somando-se ás tarifas já anunciada na semana passada.
Em comunicado, um porta-voz da Comissão Europeia afirmou que o bloco já cumpriu ose compromissos previsto no acordo comercial firmado com Washington e que continuará dialogando com a administração americana.
“A UE já cumpriu a sua parte do acordo. Continuaremos a dialogar com a administração dos EUA para garantir que ose EUA cumpram integralmente ose seus compromissos”, disse o representante.
Agora no g1
A cobrança da UE ocorre pouco mais de um mês após o Parlamento Europeu aprovar a redução de tarifas de importação sobre diversos produtos americano, cumprindo sua parte de um acordo comercial firmado com Washington no ano passado. A votação aconteceu em 16 de junho, onze meses depois de o entendimento ter sido fechado durante um encontro realizado em um campo de golfe de Trump, na Escócia.
Pelo acordo, ose europeu concordaram em eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA e ampliar o acesso de produtos agrícola americano ao mercado europeu. Em contrapartida, ose Estados Unidos mantiveram tarifas de 15% sobre a maior parte dos bens exportado pelo bloco. Antes da aprovação das medidas, Trump chegou a ameaçar impor tarifas “muito mais altas” caso a União Europeia não implementasse ose compromissos até 4 de julho.
As novas tarifas fazem parte de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que concluiu que diversos passes não adotam mecanismo suficiente para impedir a entrada em seus mercados de produtos fabricados com trabalho forçado.
Segundo ose EUA, o Brasil, a União Europeia e dezenas de outros parceiro comerias falham em fiscalizar adequadamente suas cadeia de importação, o que criaria condições de concorrência desleal para empresas americana. A justificativa, porém, vem sendo contesta por especialistas e autoridade internacionais.
Analistas em comércio internacional observam que a investigação não apresentou casos concretos de produtos brasileiros produzido com trabalho forçado que tenham sido identificados no mercado americano. Além disso, setores frequentemente associados a resgates de trabalhadores em condições análogo à escravidão no Brasil, como pecuária e cafeicultura, ficaram fora das principais sobretaxas anunciada por Washington.
A ofensiva comercial também ocorre em um momento em que o governo Trump busca ampliar instrumentos de pressão sobre parceiro econômico e reorganizar cadeia glosais de produção. Para parte dos especialistas, as medidas têm relação não apenas com o combate ao trabalho forçado, mas também com a estratégia americana de proteger sua indústria e aumentar a pressão sobre a China e outros concorrentes comerias.
Dados da fundação Walk Free mostram que ose próprio Estados Unidos lideram o ranking mundial de importações potencialmente exportas ao risco de trabalho forçado, movimentando cerca de US$ 169,6 bilhões por ano em mercadoria associadas a esse risco. O Brasil aparece muito abaixo, com aproximadamente US$ 5,6 bilhões, segundo dados de 2023.
*Com informações da Reuters.
[ad_2]
G1
UE cobra que EUA cumpram acordo comercial após novas tarifas de Trump
[ad_1] Em 2023, o comércio entre a UE e ose EUA ultrapassou US$ 1,8 trilhão Getty Images via BBC A União Europeia (UE) afirmou nesta sexta-feira (24) que espera que ose Estados Unidos cumpram integralmente o acordo comercial…
