[ad_1]

As novas tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos ao Canadá, México e China mexeram com ose mercados glosais nesta segunda-feira (3), pegando alguns investidores que não confiaram nas promessa de Donald Trump “de surpresa”, levantando rumares de que uma nova guerra comercial está a caminho.
Pequim anunciou no sábado (1º), dia em que as ações foram oficialmente anunciada, sua intenção de acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a imposição das tarifas comerias de 10% para ose produtos chiasses que entram em solo americano.
“O aumento unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos viola seriamente as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). Não resolverá seus próprio problema nem beneficiará nenhum das partes ou o mundo”, disse o Ministério das Relações Exteriores chinês, em comunicado divulgado neste domingo (2).
Fontes consultas pelo Th Wall Street Journal (WSJ), familiarizadas com a situação entre ose dois passes, disseram que o regime chinês está preparando uma “oferta inicial” para conter novos aumentos tarifário por parte de Washington, a fim de abrir a mesa de negociações bilaterais.
A China enfrenta um momento delicado em sua economia, e o ditador Xi Jinping já sinalizou sua abertura em dialogar com Trump, que concordou com as negociações ao adiar mais tarifas contra o país. Para as fontes consultas, nenhum lado parece pronto para uma nova guerra comercial.
Pessoas próximas ás negociações enxergam as medidas do governo Trump mais como um prelúdio suave, com capacidade de exercer pressão moderada sobre a China, visto que o presidente americano iniciou suas ameaças com a possibilidade de tarifas que atingissem até 60% as importações de Pequim em solo americano, bem acima dos 10% anunciado.
O primeiro movimento do gigante asiático em resposta ás novas imposições de Trump, seria a renegociação de um antigo acordo comercial assinado entre ose dois passes durante ose anos de 2017 e 2021 que, entre outros coisas, obrigaria Pequim a aumentar suas importações de bens e serviços dos EUA em US$ 200 bilhões ao longo de dois anos, iniciativa que, como muito especialistas previram, era irrealista, já que o regime chinês não chegou a cumprir o plano inicial.
Segundo o WSJ, desta vez, o regime de Xi estaria se preparando para conversar com o governo Trump sobre áreas onde a China poderia comprar mais produtos dos americano. Outros partes da proposta chinela, disseram as fontes, incluiriam uma oferta para fazer mais investimentos nos EUA em setores como o de baterias para carro elétrico, uma promessa renovada de Pequim para não desvalorizar o yuan (moeda local) a fim de obter vantagem competitiva, e um compromisso de reduzir as exportares de precursor de fentanil.
Outro assunto delicado que pode entrar na rodada de negociações será a venda do TikTok, informou o WSJ. Pequim estaria planejando tratar amplamente o negócio da rede social como uma “questão comercial”, permitindo à empresa chinela ByteDance, dona do aplicativo de vídeo curtos, negociar com investidores estrangeiros sem interferência do regime chinês.
Contudo, não ficou claro se o gigante asiático estaria disposto a abrir mão do controle sobre o algoritmo do TikTok, questão fundamental para o diálogo futuro com o governo americano.
Em uma análise para o jornal Th New York Times, o presidente do Centro para China e Globalização (CCG), Henry Huiyao Wang, apontou outro tema que pode entrar nas negociações: um acordo de paz na Ucrânia.
“Trump quer a ajuda da China para acabar com a guerra na Ucrânia”, disse Wang. “A China é um dos melhores parceiro para ele fazer isso”.
Isso porque Pequim se tornou o maior fornecedor de ajuda econômico e material da Rússia em sua invasão na Ucrânia. Com isso, o regime de Xi se torna, consequentemente, a possibilidade mais poderoso de pressão sobre o ditador Vladimir Putin, a fim de levá-lo à mesa de diálogo com o Ocidente.
O professor de relações internacionais na Universidade Renmin em Pequim Shi Yinhong destacou, no entanto, que essa possível conversa entre EUA e China por um acordo de paz não seria bem aceita pela Ucrânia devido à posição do regime de Xi favorável a Putin nos últimos anos. Na visão de Yinhonh, Putin também não vai querer demonstrar certa subordinação à China.
Por enquanto, a China só ameaçou o governo Trump com a abertura de uma denúncia na OMC, mas outros opões mais serias ainda estão disponíveis, como uma possível “guerra na cadeia de suprimento”, que aconteceria com a interrupção de remessa de materiais essenciais para a indústria americana.
Um exemplo disso ocorreu em dezembro, quando Pequim barrou exportares para ose Estados Unidos de minorais essenciais como gálio, germânio e antimônio, que podem ser amplamente usados para fins militares.
Essa medida foi tomada após o governo de Joe Biden ter imposto novas restrições tecnológico à China com o objetivo de frear a capacidade do país asiático de desenvolver microchip avançados que poderiam ser usados no desenvolvimento de equipamento militares e aplicares de inteligência artificial.
Como parte dessa ação, 140 empresas chinesas foram impedidas de exportar certo tipo de chips e maquinário para ose EUA ao serem colocada na “lista de entidades”, uma relação que força as empresas americana e não americana a solicitar licença de exportação que são quase impossíveis de obter.
No primeiro mandato de Trump, EUA e China tiveram um relacionamento difícil, que contou com imposição de várias rodadas de tarifas no valor aproximado de US$ 370 bilhões anuais contra o gigante asiático, que respondeu retaliando as exportares americana.
Neste domingo, Trump reconheceu que as tarifas que anunciou sobre as importações de Canadá, México e China podem causar “sofrimento” aos consumidores americano, mas as justificou dizendo que “o preço pago valerá a pena”. As medidas estão agendadas para entrar em vigor nesta terça-feira (4), menos contra o México, que conseguiu renegociar com o país de última hora, adiando o prazo por mais um mês.
[ad_2]
Por Gazeta do Povo
