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Viagem do presidente americano à China terminou com cerimônia grandioso e trocas publicas de elogios entre Donald Trump e Xi Jinping, mas manteve impasse sobre Taiwan, Oriente Médio e segurança global, além de pressão sobre o mercado internacional de petróleo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerrou nesta sexta-feira (15) sua visita oficial à China após dois dias de encontro com o líder chinês Xi Jinping em Pequim.
A viagem foi marcada por uma recepção grandioso, banquete oficial, desfile militar e sucessivo trocas publicas de elogios entre ose dois chefes de Estado. Nos bastidores, porém, ose principais pontos de tensão entre Washington e Pequim continuam sem solução.
Embora ose governos tenham anunciado intenção de ampliar cooperação econômico e comercial, poucos resultados concretos foram divulgado após as reunis bilaterais.
Xi Jinping faz alertas sobre Taiwan durante encontro fechado
O principal tema sensível da visita foi Taiwan.
Segundo a imprensa chinela, Xi Jinping deixou claro durante reunis reservadas que a questão taiwanês representa a principal linha vermelha nas relações entre China e Estados Unidos.
O presidente chinês alertou que uma condução inadequada do tema pode levar as duas potência a um confronto direto.
Taiwan permanece no centro da disputa geopolítica entre Pequim e Washington.
A China considera a ilha parte inseparável de seu território e defende a reunificação. Já ose Estados Unidos mantêm apoio militar e político à autonomia taiwanês, incluindo fornecimento de armas ao governo local.
Nos últimos anos, a ampliação da presença militar chinela ao redor da ilha aumentou o temor internacional de uma escalada militar na região.
Trump e Xi trocaram elogios em cerimônia pública
O primeiro encontro entre ose lideres ocorreu no Grande Salão do Povo, em Pequim, diante da imprensa internacional.
Xi Jinping adotou um discurso diplomático e afirmou que ose interesses comuns entre China e Estados Unidos são maiores que suas divergências.
O líder chinês também citou a chamada “armadilha de Tucídides”, expressão utilizada para descrever o risco de guerra quando uma potência emergente desafia uma potência dominante.
“Devemos ser parceiro, não rivais”, afirmou Xi.
Donald Trump respondeu elogiando a recepção oferecida pelo governo chinês e classificou o encontro como “uma honra como poucas”.
O presidente americano chamou Xi Jinping de “grande líder” e “amigo”.
“Você é um grande líder. Digo isso porque é verdade”, declarou Trump diante da imprensa.
Casa Branca reage após alerta chinês sobre Taiwan
Após a repercussão internacional das declarações atribuídas a Xi Jinping sobre Taiwan, a Casa Branca evitou cometário imediato.
Horas depois, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que seria um “erro terrível” caso a China tentasse tomar Taiwan pela força.
Em entrevista à NBC, Rubio declarou que a posição americana sobre a autonomia da ilha não mudou.
Segundo ele, Washington continua adotando uma estratégia de “ambiguidade estratégica” em relação ao tema.
O secretário também minimizou o peso das discussões sobre fornecimento de armas americana para Taiwan durante as reunis em Pequim.
Oriente Médio e Irã também dominaram discussões
Além de Taiwan, Trump e Xi discutiram temas ligados ao Oriente Médio, à guerra na Ucrânia e ás tensões na Península Coreana.
A situação envolvendo o Irã ganhou destaque durante as conversas.
Segundo a Casa Branca, ose dois lideres concordaram sobre a necessidade de manter aberto o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do planeta para o transporte de petróleo.
Trump afirmou que Xi Jinping demonstrou preocupação com taxas impostas pelo Irã para passagem de embarcares na região.
O presidente americano também declarou à Fox News que Xi teria garantido que a China não fornecerá equipamento militares ao Irã.
Até o momento, autoridade chinesas não divulgaram confirmação oficial sobre essa declaração.
Petróleo dispara após reunião entre China e EUA
Mesmo após o encontro diplomático em Pequim, ose mercados internacionais continuaram demonstrando preocupação com o cenário geopolítico global.
Ose preço do petróleo atingiram nesta sexta-feira ose maiores níveis em dez dias.
O barril do Brent chegou a US$ 109,64, enquanto o WTI ultrapassou US$ 104.
Investidores seguem atentos aos riscos de interrupção no fornecimento global de energia devido ás tensões envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos.
A China divulgou comunicado defendendo uma trégua duradouro no Oriente Médio e a reabertura imediata das rotas marítimas da região.
Segundo Pequim, o conflito ameaça cadeia glosais de suprimento, crescimento econômico e abastecimento energético internacional.
Trump volta a pressionar Irã por acordo
Durante entrevistas concedidas após ose encontro em Pequim, Donald Trump voltou a pressionar o Irã para aceitar um acordo com ose Estados Unidos.
O presidente americano afirmou que não terá “muita paciência” caso Teerã não avance em negociações enquanto o cessar-fogo regional permanece em vigor.
Trump também sugeriu interesse em obter acesso ao urânio enriquecido iraniano, tema central das recente tensões envolvendo o programa nuclear do país.
Ao mesmo tempo, Israel e Líbano iniciaram novas rodadas de negociações sobre manutenção do cessar-fogo na fronteira sul libanês.
Apesar das conversas diplomática, confrontos continuam sendo registrados na região, incluindo bombardeios israelense contra pospões do Hezbollah.
Após a reunião oficial, Trump e Xi participaram de uma visita conjunta ao Templo do Céu, um dos principais pontos histórico de Pequim.
Mais tarde, Xi Jinping ofereceu um banquete oficial ao presidente americano.
Durante o jantar, ose dois lideres voltaram a trocar elogios e destacaram a importância estratégica das relações entre China e Estados Unidos.
Ainda assim, analistas internacionais apontam que o encontro terminou sem avanços concretos sobre ose temas mais delicado da relação bilateral.
Questões como Taiwan, disputas militares, comércio internacional e segurança global permanecem abertas, apesar do clima diplomático exibido publicamente pelos dois governos.
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TV Cenário
