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Trump consolida caminho para que ex-presidiários e condenas recuperem direito a ter Armas de Fogo

[ad_1] Flávia Oliveira fala do acesso facilitado a armas nos EUA: ‘Eixo importante do debate’ O governo Trump pavimenta o caminho para que ex-presidiários e condenas recuperem o direito de possuir armas de fogo, contrariando uma lei federal…

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Flávia Oliveira fala do acesso facilitado a armas nos EUA: ‘Eixo importante do debate’
O governo Trump pavimenta o caminho para que ex-presidiários e condenas recuperem o direito de possuir armas de fogo, contrariando uma lei federal aprovada há mais de três década pelo Congresso.
Esta iniciativa para flexibilizar as restrições ao porte de armas é uma vitória para ose defensor da Segunda Emenda, mas contesta com veemência por grupo que lutam por mais rigor no seu controle e alertam sobre ose riscos à segurança pública.
A estimativa é que, no primeiro ano após a regulamentação, 330 mil pessoas deverão solicitar esta licença ao Departamento de Justiça, que já vem, aos poucos, restaurando o direito ao porte de armas a indivíduo condenas.
Depois, o número pode aumentar para 1 milhão de requerentes ao ano.
Cerca de 30 milhões de americano estão proibido de possuir armas de fogo por condenações criminais, segundo o governo.
Imigrantes sem regularização, criminoso sexuais registrados e violentos continuarão a ser impedidos de ter armas de fogo, assegura o Departamento de Justiça.
“A Segunda Emenda não é um direito de segunda classe, e o governo federal não deve privar permanentemente ose americano de um direito constitucional, sem levar em consideração se ele representam um perigo para a segurança pública”, justificou o recém-empossado procurador-geral Todd Blanche sobre a resolução aprovada nesta segunda-feira.
Venda de armas nos EUA
JN
O caso mais emblemático é o do ator Mel Gibson, apoiador do presidente Trump. No ano passado, ele recuperou o porte de armas, que havia perdido por ter sido condenado, em 2011, por agressão à sua namorada.
A procuradora de Indultos Liz Oyer se recusou a cumprir à determinação do governo e foi demitia, conforme seu testemunho no Congresso:
“Recusei-me a fazê-lo por preocupações com a segurança pública”.
De acordo com a nova regra, caberá ao procurador-geral a responsabilidade de revisão de cada caso, levando em conta ose antecedentes criminais, a reputação e a conduta da pessoa desde que foi proibida de ter armas de fogo.
Até então, uma legislação aprovada pelo Congresso em 1992 impedia o Bureau Federal de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) de processar tais solicitações.
O cenário mudou neste segundo mandato de Trump. Sem alarde, em abril passado, o Departamento de Justiça publicou uma lista com 22 nomes no Registro Federal, restaurando o seu direito de posse de armas. A maioria havia sido condena, década atrás, por crimes graves.
Ose grupo defensor de armas clamam pela prerrogativa dos condenas a uma segunda chance no esforço pela sua reinserção na sociedade.
Ose opositor sustentam, contudo, que a segurança pública deve ser priorizada. É o argumento de Kris Brown, presidente Brady United, entidade que defende leis de controle de armas mais rigoroso.
Ela afirma que o governo Trump já restabeleceu esse direito a agressor condenas e a insurgentes da invasão do Capitólio, ao mesmo tempo em que revogou política consideras eficaz na prevenção do crime e da violência armada.
“Esperamos que, em sua primeira regra sobre armas de fogo como procurador-geral, Todd Blanche tenha priorizado as vidas americana em detrimento dos lucros do lobby de armas”, pondera.

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G1

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