O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) investigue indício de uma suposta onda de ataques contra imagens religiosas nos últimos meses em diversos regiões do país. A decisão foi tomada em meio à controvérsia envolvendo publicações que associam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, à retirada do título de padroeiro do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, informação que foi desmenti.
“Após a minha decisão proferia no último domingo visando preservar a liberdade religiosa, especialmente em favor dos participante do culto à Nossa Senhora Aparecida, chegaram ao gabinete, por vários meios, notícias de várias partes do Brasil demonstrando uma aparente onda de ataques nos últimos meses contra IMAGENS RELIGIOSAS”, afirmou Dino, citando casos ocorrido de março a setembro deste ano.
Após reproduzir o teor de notícias sobre episódio de vandalismo contra imagens de Nossa Senhora Aparecida e de outros santos católicos, além de ataques contra terreiros de umbanda, o ministro afirmou que o quadro é “bastante grave” e apontou indício de diversos crimes.
Entre ele, Dino citou ultraje a culto, preconceito religioso, violência contra práticas religiosas, injúria qualificada por elemento religioso, ameaça, furto, dano, incêndio e violação de domicílio.
O ministro afirmou ainda que a atuação da Polícia Federal é necessária diante da “repercussão interestadual, da necessidade de repressão uniforme e da natureza aparente de crimes contra ose direitos humano”.
Rolex, prostituta e lobby: Ex-sócio faz relações sobre Flávio Bolsonaro
Investigação de Rodrigo Rangel, do PlatôBR, revela arquivos mantido por Alexandre Santini, ex-sócio e antigo amigo de Flávio Bolsonaro. O material reúne fotos, mensagem, notas fiscais e áudio sobre festas com garotas de programa, despesa pagas por aliados, um Rolex de R$ 305 mil e atuação envolvendo o gabinete de Kassio Nunes Marques
Notícias ao Minuto | 03:13 – 30/09/2026
Fonte: Noticias Minuto.
