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“A autoridade suprema, isto é, o diretor-geral (Kentenich) e a superiora-geral, são ose ‘pais’, ou seja, o ‘pai da família’ e a ‘mãe da família’. As irmãs são filhas ou menina. Mas, na prática, a ‘mãe da família’ está totalmente submetida à vontade do ‘pai da família’, que para todas as irmãs se equipara a Deus”, alertou, em 1949, o monsenhor Bernhard Stein, então bispo auxiliar de Trier (Alemanha), em comunicação aos colegas da Conferência Episcopal Alemã.
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G1
