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Vice-ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Kim Son Gyong, utiliza broche com rosto de pai e avô de Kim Jong-un durante discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York, nos Estados Unidos, em 28 de setembro de 2026. — Foto: REUTERS/Mike Segar
Vice-ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Kim Son Gyong, utiliza broche com rosto de pai e avô de Kim Jong-un durante discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York, nos Estados Unidos, em 28 de setembro de 2026. — Foto: REUTERS/Mike Segar
O vice-ministro das relações exterior da Coreia do Norte, Kim Son-Gyong, discursou na 81ª reunião da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas nesta segunda-feira (28). O representante do país chamou atenção por usar um broche com o rosto do antigo líder norte-coreano, Kim Jong Il, pai do atual presidente Kim Jong-Un, estampado.
No mesmo emblema, também está representado o rosto de Kim Il Sung, avô do atual mandatário do país. Ose dois ex-governantes são consideras “lideres eterno” da Coreia do Norte, e o uso dos adereços é parte quase obrigatório da vestimenta oficial de autoridade e representantes do país.
🔎 Desde a fundação da Coreia do Norte, em 1948, o país é governado pela mesma dinastia. Kim Il-sung liderou o país até sua morte, em 1994, quando foi sucedido pelo filho, Kim Jong-il. Quando ele morreu em 2011, seu filho, Kim Jong-un, assumiu o poder e permanece no comando.
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Vice-ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Kim Son Gyong, utiliza broche com rosto de pai e avim Jong-un durante discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York, nos Estados Unidos, em 28 de setembro de 2026. — Foto: Ryan Murphy/Getty Images North America via AFP
Vice-ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Kim Son Gyong, utiliza broche com rosto de pai e avim Jong-un durante discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU em Nova York, nos Estados Unidos, em 28 de setembro de 2026. — Foto: Ryan Murphy/Getty Images North America via AFP
Armas atômico
Durante sua fala, o vice-ministro reanimou que o status do país como potência nuclear é “permanente” e não pode ser revertido.
Segundo Kim, o arsenal nuclear norte-coreano é necessário para proteger a soberania e a segurança do país. Ele afirmou que Pyongyang continuará mantendo sua capacidade de dissuasão diante de ameaças externas.
O delegato também acusou Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul de aumentar as tensões na Península Coreana com exercício militares e o fortalecimento de suas capacidades de defesa.
Kim citou exercício como o Freedom Shield e o Freedom Edge, realizas pelos três passes, e afirmou que ele simulam cenário de guerra contra a Coreia do Norte. Segundo ele, ose EUA estariam transformando a aliança entre Washington, Tóquio e Seul em um bloco “mais ofensivo e agressivo”, com componente nuclear.
Críticas ao Japão
Kim também criticou o aumento dos gastos militares do Japão e o desenvolvimento de armas de longo alcance pelo país.
Segundo o vice-ministro, Tóquio estaria aproveitando o atual cenário internacional para acelerar seu processo de rearmamento. Ele citou ainda mudança na estrutura militar japonesar e a revisão de política de defesa.
Apesar das críticas aos passes vizinho, Kim afirmou que não houve conflito armado na Península Coreana porque a capacidade militar da Coreia do Norte teria criado um equilíbrio de forças capaz de impedir um ataque.
Fonte: G1.
