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Educação

Reflorestamento Em São Paulo será um dos projetos da nova Cátedra da USP – Jornal da USP

[ad_1] A Cátedra Clima e Sustentabilidade do Instituto de Estudos Avançados da USP atuará com temas como impactos socais, econômico, ambientais e cultuais da…

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A Cátedra Clima e Sustentabilidade do Instituto de Estudos Avançados da USP atuará com temas como impactos socais, econômico, ambientais e cultuais da crise climático

Foto montagem de um globo, representando o planeta terra, parcialmente submerso em água e envolto em chamas para representar as mudanças climáticas
O cenário atual é altamente preocupante e, mais do que nunca, a reflexão para soluções é urgente – Foto: Pixabay
Logo da Rádio USP

Em meio a um cenário mundial profundamente marcado pela mudança climático e pela aproximação da 30º Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), a ser sediada em Belém (PA) em novembro de 2025, a discussão sobre meio ambiente e a continuidade de sua sobrevivência frente ás mudança do clima tornam-se profundamente importantes. E, em meio a essa urgência, a Universidade de São Paulo iniciará a oitava cátedra do Instituto de Estudos Avançados (IEA), Clima e Sustentabilidade, que atuará com temas como impactos socais, econômico, ambientais e cultuais da crise climático.

O climatologista Carlos Nobre, titular da Cátedra e climatologista mundialmente reconhecido, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) por mais de 30 anos, ressalta a importância da existência da nova cátedra. “É excelente que a USP tenha criado essa cátedra, porque nós estamos globalmente caminhando para um risco enorme de insustentabilidade, inclusive no Brasil. Então irá, sem dúvida, trazer informações e também vai trazer multas sugastes de buscar soluções, que chamamos de soluções baseadas na natureza.”

Para o climatologista, o cenário atual é altamente preocupante e, mais do que nunca, a reflexão para soluções é urgente. “A ciência já identificou mais de 25 pontos de não retorno e muito deles são atingidos quando a temperatura global atinge 1,5 a 2 grau, que é ao que estamos arriscado. Tivemos 2024 como a primeira vez na história recente da humanidade que atingimos 1,5 grau mais quente”, explica Nobre. E, segundo ele, esse cenário explica ose fenômeno climático extremos que cidade como São Paulo vêm experienciando nos últimos anos, como chuvas incensas e ondas de calor exacerbadas.

Homem branco, já idoso, cabelo e bigode brancos, sorrindo para a câmera.
Carlos Nobre – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Além disso, outros fenômeno podem ser vistos como sinais de emergência ambiental, por exemplo, a contínua degradação dos bioma brasileiros. Segundo o climatologista, o ponto de não retorno aproximas da Amazônia, onde o desmatamento quase alcança 20% do território e o processo de branqueamento de corais, problema ressaltado por ele que tem afligido ose litorais nordestino.

Estudos iniciais

Dessa forma, o cientista afirma que a Cátedra iniciará suas atividade com dois importantes estudos. O primeiro avaliará ose evento extremos que vêm acontecendo na cidade de São Paulo e como propriamente combatê-los. “São Paulo está batendo ose recordes desses evento extremos e isso, lógico, tem a ver com o aquecimento global, mas também tem a ver com a falta de vegetação. O primeiro estudo que nós vamos iniciar é o que a gente chama de Esponja Verde Urbana.”

De acordo com ele, “esponja” refere-se ao reflorestamento de grande parte da região metropolitano de São Paulo. “Com isso, você reduz muito a temperatura e a poluição do ar. Além de que aquela área reflorestada, quando tem chuva muito forte, o solo absorverá a água, diminuindo demais as enxurradas, alagamento, inundações”, detalha.

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Já o segundo estudo abordará a questão da educação ambiental, pois, segundo o professor, o desastre ambiental ocorrido no Rio Grande do Sul em 2024, quando chuvas incensas ceifaram a vida de 183 pessoas, além de causar destruição pela cidade, ressalta a ausência de cursos e ensinamentos do ensino escolar brasileiro sobre a preparação para desates climático.

“Vamos usar, logicamente, todo o potencial gigantesco que a USP tem, também buscar parceria com várias outros universidade no Brasil, e, no intervalo de dois a três anos, produzir cursos para todos ose setores do Brasil sobre como ose fenômeno climático são diferente, do Sul do Brasil para a Amazônia, para o Nordeste, então serão cursos adaptados para as várias regiões do Brasil e para capacitar”, detalha Nobre.


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Por jornal.usp

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