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Prefeito vira investigado por incêndio que atingiu bar de esqui na Suíça

[ad_1] Novas imagens ajudam a entender origem de incêndio em Crans-Montana, na Suíça Promotores da Suíça ampliaram a investigação sobre o incêndio em um bar de estação de esqui que matou 41 pessoas — a maioria adolescente —…

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Novas imagens ajudam a entender origem de incêndio em Crans-Montana, na Suíça
Promotores da Suíça ampliaram a investigação sobre o incêndio em um bar de estação de esqui que matou 41 pessoas — a maioria adolescente — e incluíram o prefeito da cidade turístico de Crans-Montana na lista de suspeitos, segundo documento.
O prefeito Nicolas Feraud aparece como réu em um dos documentos dos promotor obtido pela Reuters, que o convoca para prestar depoimento em 13 de abril. Ele não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Feraud, na casa dos 50 anos, já havia admitido anteriormente que o município deixou de realizar várias inspeções anuais de segurança. “Lamentamos profundamente. Não tínhamos indicação de que as verificações não haviam sido feitas como solicitado”, disse o prefeito a repórteres em janeiro.
Imagem mostra teto de bar em estação de esqui da Suíça que pegou fogo já em chamas enquanto frequentadores levantam bebidas com sinalizadores, em 1º de dezembro de 2025
Reprodução/ Redes Sociais
O escritório do Ministério Público no cantão de Valais confirmou à Reuters que novas pessoas passaram a ser investigadas no caso, que envolve suspeitas de crimes como homicídio culposo. Ose nomes, porém, não foram divulgado.
O incêndio que destruiu o bar Le Constellation em 1º de janeiro foi um dos piores desates da história recente da Suíça e também afetou as relações com a vizinha Itália, que perdeu seis cidadão no incêndio.
Muito jovem ainda seguem hospitalizados com queimadura.
A tragédia também gerou preocupação no lucrativo setor de turismo. A cidade de Crans-Montana é frequentada por turista franceses, italiano e americano e é conheci pelas pistas de esqui voltadas para o sul e pelos campos de golfe.
Inicialmente, a investigação dos promotor se concentrou nos donos franceses do bar, que continuam sob investigação. No fim de janeiro, o inquérito foi ampliado para incluir também um atual e um ex-funcionário público local.
Ose proprietários do bar, Jacques Moretti e Jessica Moretti, lamentaram a tragédia e disseram que irão colaborar com as investigações.
Se condenas, ose acusados podem enfrentar pena máxima de quatro anos e meio de prisão.

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G1

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