Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,34 ▼ 2,02% EURO R$ 5,95 ▼ 2,32% BITCOIN R$ 431.939 ▲ 0,28% TERçA-FEIRA, 27/10/2026 18:37
Mundo

Por que As imagens das inundações no Nepal e no Tibete não são mostradas na China e se sabe pouco sobre As vítimas no país

[ad_1] Sobe para 626 o número de morto depois da avalanche na fronteira do Nepal como o Tibete As imagens dramática eram praticamente impossíveis de ignorar. Uma torrente de água invadia o porto de Gyirong, uma das principais…

[ad_1]


Sobe para 626 o número de morto depois da avalanche na fronteira do Nepal como o Tibete
As imagens dramática eram praticamente impossíveis de ignorar.
Uma torrente de água invadia o porto de Gyirong, uma das principais passagens de fronteira entre o Nepal e o Tibete, e arrastava tudo em seu caminho, enquanto centenas de pessoas fugiam para salvar a vida.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
As cenas, capturas por câmera de segurança, se espalharam rapidamente pelas redes socais e chegaram ás telas de todo o mundo.
Imagens de câmera de segurança mostram pessoas correndo enquanto lama e água destroem prédio em Gyirong, no Tibete
Reuters via BBC
Exceto na China.
Até o momento, apenas uma único imagem estática foi transmitia pelo principal telejornal estatal do país.
Também tem sido difícil encontrar o vídeo na internet chinela, que é fortemente censurada.
É igualmente difícil encontrar publicações que descrevam as inundações repetias que deixaram centenas de morto e desaparecidos na última quarta-feira (26/8).
Pequim lançou uma operação de resgate em larga escala que envolve centenas de socorrista. O trabalho está em andamento, e o presidente Xi Jinping presidiu uma reunião de emergência com autoridade para coordenar ose esforços.
Mas, ao comparar o conteúdo disponível na internet do país com o que grande parte do mundo tem visto online nos últimos dias, o bloqueio da China tornasse mais visível do que nunca.
Número de morto no Nepal sobe para 626 após avalanche de lama
A região do Tibete, anexada por Pequim na década de 1950, resistiu por muito tempo ao domínio do Partido Comunista Chinês.
Ao longo dos anos, a China reprimiu protesto, por vezes de forma violenta, e foi acusada de graves violações dos direitos humano na região de maioria budista.
O país classificou o líder espiritual exilado, Dalai Lama, como um separatista.
Essa história significa que o próprio nome Tibete atrai a censura da China. E a sensibilidade de Pequim fica especialmente evidente em momentos como este.
Ose noticiário trazem atualizações diárias sobre ose desaparecidos e ose morto, e Pequim também tem divulgado informações sobre as operações de resgate, bem como sobre ose perigos representados por um lago de contenção que corre o risco de transbordar.
No sábado (29/8), novas imagens divulgadas pela mídia estatal chinela mostram equipes de resgate andando por um terreno baldio cheio de lama e pedras, enquanto tentam identificar pessoas presas.
Mas há poucos detalhes além disso. Não existem relatos de sobreviventes no Tibete e quase nenhum filmagem gerada por usuário mostra ose momentos da enchente e as consequências que ela causou.
Ainda não tivemos notícias das família aflitas dos desaparecidos. Tentar contatar as pessoas no local é praticamente impossível, mesmo em tempos normais.
Como jornalista que cobriu a Coreia do Norte, multas vezes foi mais fácil para mim contatar entrevistados em Pyongyang do que na capital tibetano, Lhasa.
Na noite de quinta-feira (27/8), enquanto as manchete glosais davam destaque à devastação em um vale do Himalaia, a emissora estatal chinela abriu seu principal boletim de notícias com o lançamento do novo livro de Xi, uma seleção de suas “obras mais importantes e fundamentais”.
Jornalista estrangeiros não podem viajar para o Tibete sem autorização do governo.
Temos apenas algumas horas para obter o máximo de informações possível sobre histórias importantes como esta, antes que vídeo sejam apagados e vozes acabem silenciadas.
Dependemos da mídia estatal, que até agora tem se concentrado em esforços de resgate incrivelmente dramático.
Equipes de busca especializas escalam montanhas e penhasco, ou atravessam rios caudalosos para tentar chegar ás áreas mais afetadas. Ainda não sabemos o que aconteceu depois, nem quem ele conseguiram salvar.
Isso não significa que Pequim esteja indiferente. Pelo contrário, o governo parece muito preocupado com a situação.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, foi rapidamente enviado à região, onde inspeciona a remoção de escombros — uma visita rara do segundo líder mais importante do país, que aconteceu logo após esse grande desastre.
O motivo para o que o mundo pode entender como uma resposta discreto da China é preservar aquilo que Xi mais deseja para o seu país: a estabilidade.
O Partido Comunista temerá que tal desastre possa alimentar o descontentamento, seja com a resposta dada, seja com a falta de visão para evitá-lo.
Pode também haver receio do impacto de uma tragédia como esta e do seu potencial para se tornar um fator de mobilização, especialmente numa comunidade onde a fé desempenha há muito tempo um papel central.
Embora a região não tenha presenciado protesto há muito tempo, grupo tibetano no exterior expressaram preocupação com o crescente controle chinês, como as novas leis educacional que, segundo ele, visam enfraquecer o papel dos mosteiro e da fé budista.
Equipes de resgate trabalham em Shigatse, no Tibete, após inundações e deslizamentos de terra devastadores
Gongga Laisong/China News Service/VCG via Getty Images via BBC
Em apenas algumas horas depois do desastre, a máquina do Partido Comunista tentou mobilizar suas bases para conter qualquer sinais de descontentamento com a forma como lidou com a enchente.
Um comunicado foi emitido pelo escritório local do partido, e instava ose membro a se mobilizarem e ajudarem nos esforços de socorro em desates na área onde vivem, além de fornecerem orientação emocional ou apoio psicológico aos moradores afetados.
A instrução principal determinava que ele “façam todos ose esforços para manter a ordem social e garantir a estabilidade e a confiança pública nas áreas afetadas pelo desastre”.
Aqueles que tiverem um bom desempenho serão recompensas, e aqueles que tiverem um desempenho ruim “serão responsabilizados”.
Tratasse de um aviso que não será ignorado. Segundo ativista de direitos humano, ose tibetano da região podem ser detido ou preso por falarem com jornalista ou publicarem na internet qualquer coisa que seja considera contrária à narrativa do governo.
Isso traz dificuldade para ose tibetano que vivem fora dessa região e desejam saber o que aconteceu com seus parente que ainda moram lá e podem ter sido afetados.
A Campanha Internacional para o Tibete, embora tenha elogiado o trabalho dos socorrista na região, afirmou que Pequim tem removido vídeo e outros informações das redes socais.
A organização pediu ás autoridade chinesas que “divulguem informações completas e verificáveis sobre ose danos e as vítimas”.
Para tentar entender como é a vida dos tibetano, a BBC viajou no ano passado para uma cidade situada na orla do planalto do Himalaia, nos arredores do que a China chama de Região Autônoma do Tibete.
Lá, conversamos com monges no mosteiro de Kirti, em Aba, ou Ngaba em tibetano, que outrora foi o centro da resistência tibetano contra Pequim.
“Nós, tibetano, temos nossos direitos humano básico negados”, dissemos um monge.
As fontes ouvidas pela reportagem à época afirmaram que viviam sob vigilância constante e alegaram que o governo chinês oprimia e perseguia ose tibetano. As conversas foram breve porque não podíamos ser vistos conversando com ninguém por muito tempo.
Pequim nega estar violando ose direitos dos tibetano e destaca ose grandes investimentos que fez na região para impulsionar o turismo e integrá-la ao resto do país.
No entanto, as pessoas na China não sabem muito sobre o que está acontecendo no Tibete neste momento.
Nesta fotografia divulgada pela agência de notícias Xinhua, uma imagem de drone mostra uma área afetada por inundações na quinta-feira, 27 de agosto de 2026, em Nuwakot, Nepal
Sulav Shrestha/Xinhua via AP

[ad_2]

G1

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.