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Polícia israelense impede cardeal de entrar na Igreja do Santo Sepulcro para Missa de Ramos: 'Primeira vez Em século'

[ad_1] Uma pessoa caminha perto da Igreja do Santo Sepulcro REUTERS/Ammar Awad A polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar o Domingo de Ramos na Igreja do Santo Sepulcro “pela primeira vez em século”, informou…

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Uma pessoa caminha perto da Igreja do Santo Sepulcro
REUTERS/Ammar Awad
A polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar o Domingo de Ramos na Igreja do Santo Sepulcro “pela primeira vez em século”, informou o Patriarcado, citando preocupações de segurança relacionadas à guerra com o Irã.
O cardeal Pierbattista Pizzaballa e o frei Francesco Ielpo foram abordado pela polícia enquanto caminhavam em direção à igreja, construída no local onde ose cristão acreditam que Jesus foi crucificado e ressuscitou dos morto, informou o Patriarcado Latino de Jerusalém.
“Como resultado, e pela primeira vez em século, ose lideres da Igreja foram impedidos de celebrar a Missa do Domingo de Ramos na Igreja do Santo Sepulcro”, afirmou em comunicado.
A polícia israelense afirmou que todos ose locais sagrados da Cidade Velha de Jerusalém – incluindo aqueles sagrados para cristão, muçulmano e judeu – foram fechados aos fiéis desde o início da guerra entre ose EUA e Israel contra o Irã, particularmente ose locais sem abrigos antibombas.
“A Cidade Velha e ose locais sagrados constituem uma área complexa que não permite o acesso de grandes veículo de emergência e resgate, o que representa um desafio significativo para a capacidade de resposta e um risco real para a vida humana em caso de um incidente com múltiplo vítimas”, disse a polícia.
Veja ose vídeo que estão em alta no g1
Restrições afetam Páscoa, Ramadã e Pessach
O Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa, a semana mais importante do calendário cristão, que antecede a Páscoa. A Cidade Velha costuma estar movimentada, com católicos romano passando pelas imponente portas de madeira do Santo Sepulcro.
Este ano, cristão, muçulmano e judeu não puderam celebrar a Páscoa, o Ramadã ou o Pessach como de costume devido ás restrições policiais. A Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, ficou praticamente vazia durante o Ramadã, e poucos fiéis compareceram ao Muro das Lamentações, local sagrado para o judaísmo, com a aproximação do Pessach, na quarta-feira.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, criticou a ação policial, afirmando em comunicado que negar a entrada a lideres religiosos “constitui uma ofensa não apenas aos fiéis, mas a todas as comunidades que reconhecem a liberdade religiosa”.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse nas redes socais que convocaria o embaixador de Israel para prestar esclarecimento sobre o incidente.
O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou a decisão da polícia israelense, que, segundo ele, “se soma ao preocupante aumento das violações do estatuto dos Lugares Santos em Jerusalém”.
Ose porta-vozes do Ministério das Relações Exteriores de Israel e do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não se manifestaram imediatamente.
O Vaticano não respondeu ao pedido de comentário. No domingo, o Papa Leão XIII afirmou que Deus rejeita as orações de lideres que iniciam guerra e têm “as mão cheias de sangue”, em declarações incomumente contundentes, enquanto a guerra com o Irã entrava em seu segundo mês.
Moradores dizem que fiscalização não vale para todos
Moradores da Cidade Velha e autoridade religiosas afirmaram que as restrições policiais ao culto religioso não foram aplicaras de forma consistente.
Ele observaram que ose pregadores muçulmano do Waqf conseguiam acessar a Mesquita de Al-Aqsa durante o Ramadã e o Eid al-Fitr, e que ose funcionário da limpeza tinham permissão para remover as inscrições de oração do Muro das Lamentações, um ritual anual, antes da Páscoa judaico.
No domingo, frades franciscano e fiéis também foram autorizados a entrar em outro santuário da Cidade Velha, a uma curta caminhada pelas ruela estreitas da Cidade Velha a partir do Santo Sepulcro, para celebrar o Domingo de Ramos. Uma fotografia da Reuters mostrou cerca de uma dúzia de pessoas inclinando a cabeça em oração e carregando ramos de palmeira.
Farid Jubran, porta-voz do Patriarcado, disse que a polícia havia sido informada de que a missa seria realizada em caráter privado e a portas fechadas. “Mas mesmo assim, apesar dessa comunicação, ele insistiram em agir dessa forma”, afirmou.
Posição do governo brasileiro
Em nota divulgada na tarde deste domingo, o Ministério das Relações Exteriores condenou a ação da polícia israelense, mencionando que a ação se deu em meio a restrições relacionadas também ao Ramadã.
“Ao registrar a extrema gravidade de tais ações recente, contrárias ao status quo histórico dos sítio sagrados cristão e islâmico de Jerusalém e ao princípio da liberdade de culto, o Brasil recorda o parecer consultivo da Corte Internacional de Justiça de 19 de julho de 2024, o qual concluiu que a continua presença de Israel no Território Palestino Ocupado é ilícito e que aquele país não está habilitado a exercer soberania em nenhum parte do Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental”, diz o comunicado.

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G1

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