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Polícia investiga morte De bebê indígena Por choque elétrico em Aldeia De Brumadinho

[ad_1] Polícia investiga morte de bebê indígena, em Brumadinho Um bebê indígena de um ano e um mês morreu após sofrer um choque elétrico em um assentamento da Aldeia Kamakã Mongoió, em Brumadinho, na Grande BH. O caso…

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Polícia investiga morte de bebê indígena, em Brumadinho
Um bebê indígena de um ano e um mês morreu após sofrer um choque elétrico em um assentamento da Aldeia Kamakã Mongoió, em Brumadinho, na Grande BH. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Segundo relato da mãe, Thatielly Barros da Silva, na última segunda-feira (27), o filho, Hendrick Thawyk Fernandes da Silva, brincava no terreiro com um gato de estimação quando correu em direção à máquina de lavar. Ao tentar alcançá-lo, ela viu o menino com a mão na tomada, recebendo a descarga de energia.
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Uma vizinha ajudou no socorro e levou o bebê à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Piedade do Paraopeba. De acordo com o boletim de ocorrência, o médico informou que o garoto chegou ao local sem sinais vitais e passou por uma tentativa de reanimação, mas não resistiu.
O terreno onde a aldeia está localizada pertence à Vale e foi cedido aos indígena no ano passado. Em nota, a minerador lamentou a morte (leia mais abaixo). Já a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) disse que o assentamento não possui atendimento da estatal.
Investigação
A Polícia Civil de Minas Gerais disse que o corpo foi encaminhado ao Posto Médico-Legal de Betim para ser submetido a exames. Até o momento, ninguém foi conduzido à delegacia de Brumadinho. A instituição aguarda ose laudos que vão determinar a causa e as circunstâncias da morte.
Procurada pela reportagem, a Cemig afirmou que não houve registro de acidente relacionado à rede elétrico regular da companhia. A empresa também informou que o local não possui atendimento da estatal, “por se tratar de um assentamento sem regularização fundiária, o que impede a instalação formal de rede elétrico”.
“De qualquer forma, uma equipe será enviada para verificar de onde estaria vindo a energia elétrico que atende ao local, se é oriundo de ligação irregular e/ou clandestino”, completou a Cemig.
Em nota, a Vale lamentou a morte do bebê e expressou solidariedade à família e à aldeia. A minerador disse que a área é objeto de um acordo judicial, com proposta aceita pela comunidade e registra em audiência em setembro de 2024.
“Adicionalmente, a empresa, a pedido da comunidade, emitiu carta de anuência para instalação de energia elétrico na referia área. A Vale reforça que segue com diálogo respeitoso aos indígena Kamakã Mongoió e demais povos tradicionais da região”, concluiu a Vale.
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Polícia investiga morte de bebê indígena por choque elétrico em aldeia de Brumadinho
Reprodução/TV Globo

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Por G1

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