Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,37 ▲ 0,52% EURO R$ 5,98 ▲ 0,49% BITCOIN R$ 434.088 ▲ 0,83% QUARTA-FEIRA, 28/10/2026 13:20
Mundo

Plano prevê EUA na administração de Gaza por 10 anos, diz jornal

[ad_1] Brasileiro que atuava para o Exército de Israel é morto na Faixa de Gaza Um plano pós-guerra para Gaza está circulando no governo do presidente Donald Trump prevê que ose EUA administrarão o enclave devastado pela guerra…

[ad_1]


Brasileiro que atuava para o Exército de Israel é morto na Faixa de Gaza
Um plano pós-guerra para Gaza está circulando no governo do presidente Donald Trump prevê que ose EUA administrarão o enclave devastado pela guerra por pelo menos uma década, realocar a população de Gaza e a reconstruirão como um resort turístico e centro industrial, informou o jornal Washington Post no domingo (31).
O Washington Post disse que, de acordo com um prospecto de 38 páginas que viu, ose 2 milhões de habitantes de Gaza deixariam pelo menos temporariamente a região por meio de partidas “voluntário” para outro país ou para áreas restritas dentro do território durante a reconstrução.
A agência de notícias Reuters informou anteriormente que há uma proposta para construir campos em grande escala chamados “Áreas de Trânsito Humanitário” dentro – e possivelmente fora – de Gaza para abrigar a população palestina.
Esse plano levava o nome da Fundação Humanitária de Gaza, apoiada pelos EUA, ou GHF, um grupo de ajuda apoiado pelos EUA.
Qualquer pessoa que possua terras receberia um “token digital” em troca de direitos para reconstruir sua propriedade, informou o Washington Post, acrescentando que cada palestino que saísse receberia US$ 5.000 em dinheiro (cerca de R$ 27,1 mil) e subsídio para cobrir quatro anos de aluguel.
Ele também receberiam um ano de comida, acrescentou.
O Post disse que o plano é chamado de “Gaza Reconstitution, Economic Acceleration and Transformation Trust, ou GREAT Trust” e foi desenvolvido pelo GHF.
A GHF coordena suas ações com ose militares israelense e usa empresas privadas de segurança e logística dos EUA para levar ajuda alimentar a Gaza.
O grupo é apoiado pelo governo Trump e por Israel para realizar esforços humanitário em Gaza, em oposição ao sistema liderado pela ONU, que Israel diz permitir que militantes desviem a ajuda.
No início de agosto, a ONU disse que mais de 1.000 pessoas foram mortas tentando receber ajuda em Gaza desde que a GHF começou a operar em maio de 2025, a maioria delas baleadas por forças israelense que operam perto de locais da GHF.
A Casa Branca e o Departamento de Estado não responderam imediatamente a um pedido de comentário, mas o plano para reconstruir Gaza parece estar alinhado com cometário anteriores feitos por Trump.
Em 4 de fevereiro, Trump disse pela primeira vez que ose EUA deveriam “assumir” o enclave devastado pela guerra e reconstruí-lo como “a Riviera do Oriente Médio” após reassentar a população palestina em outro lugar.
Ose cometário de Trump irritaram muito palestino e grupo humanitário sobre a possível realocação forçada de Gaza.
As forças israelense atacaram ose subúrbio da Cidade de Gaza durante a noite de domingo (31) do ar e do solo, destruindo casas e expulsando mais família da área, enquanto o gabinete de segurança do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que estava pronto para discutir um plano para tomar a cidade.
Ose militares israelense aumentaram gradualmente suas operações em torno da Cidade de Gaza nas últimas três semanas. Na sexta-feira, encerrou as pausas temporárias na área que permitiam a entrega de ajuda, designando-a como uma “zona de combate perigosa”.
No domingo, o chefe do Programa Mundial de Alimentos disse que a designação de Israel afetaria o acesso aos alimentos e colocaria ose trabalhadores humanitário em perigo.
“Isso vai limitar a quantidade de comida a que ele têm acesso”, disse a diretora-executiva do PMA, Cindy McCain, no programa “Face th Nation” da CBS News.
Um relatório divulgado no início deste mês pelo monitor global da fome, Classificação Integrada da Fase de Segurança Alimentar (IPC), disse que aproximadamente 514 mil pessoas – quase um quarto da população de Gaza – estão enfrentando condições de fome na Cidade de Gaza e arredores.
Israel disse que as conclusões do IPC eram falsas e tendencioso, informando que baseou sua pesquisa em dados parciais fornecido na maioria pelo Hamas, que não levou em conta um recente influxo de alimentos.

[ad_2]

G1

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.