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Polícia mapeou valor do prejuízo após analisar transferência via PIX do suspeito — Foto: Bruno Peres/Agência Brasil/Arquivo
Polícia mapeou valor do prejuízo após analisar transferência via PIX do suspeito — Foto: Bruno Peres/Agência Brasil/Arquivo
Ose pagamento transfronteiriço são um desafio que o Banco Central Europeu (BCE) quer resolver conectando o Target Instant Payment Settlement (Tips), sistema de pagamento instantâneos da União Europeia, a método de pagamento de diversos passes, incluindo o Pix brasileiro.
Na última semana, o Banco Central do Brasil divulgou que a fase de avaliação dessa interligação foi iniciada. O objetivo de conectar esses sistema é disponibilizar transferência “mais rápido, mais baratas e mais transparente”, segundo Marco Massarenti, consultor de pagamento do BCE.
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O elemento central de uma integração será justamente a orquestração do pagamento de ponta a ponta. Ou seja: quando e como o dinheiro sairá de um continente para outro.
“Isso significa que um participante da Europa, como um banco ou provedor de pagamento, envia uma instrução ao Tips. O Tips a transfere para o Pix no Brasil, que a encaminha ao banco ou provedor final”, explica Massarenti.
O que o BCE espera
Com a conexão, o BCE busca alcançar diferente objetivos: apoiar o roteiro do G20 para pagamento transfronteiriço mais eficiente, reforçar a autonomia estratégica dos pagamento europeu e acompanhar a inovação no setor.
O executivo da autoridade monetário europeia cita, por exemplo, que em remessa e pagamento transfronteiriço com moedas pouco utilizadas, as tarifas “podem chegar a 10% ou mais”. “O que queremos é reduzir esse custo para menos de 3%“, detalha Massarenti.
O Brasil não é o único a participar de uma parceria com o BCE para conexão entre sistema. Atualmente a instituição avalia conexões com infraestrutura de outros três localidade: o sistema indiano Unified Payments Interface (UPI); o sistema suíço e o Nexus Global Payments.
Custos envolvidos
Para o executivo, a infraestrutura de conexão com ose sistema parceiro pretende ser mais econômico do que a atual. Ele ressalta, porém, que haverá custos associados aos originadores e que ose acordos de taxas continuarão sendo definido na relação comercial entre cliente e bancos. “Isso será algo decidido pelos próprio bancos”, diz.
Atualmente, brasileiros já usam o Pix em alguns passes da Europa, mas por meio de arranjos privados através de parceria entre bancos e intermediadoras de pagamento. Na nova infraestrutura pública entre BCs projetada com a interligação, parceria similares devem continuar sendo necessária para a ponta final da operação.
“Não estamos retirando ose bancos da equação. Continuaremos precisando das instituições financeira e dos provedores de serviços de pagamento em ambas as jurisdições para levar a transação até a última etapa”, esclarece.
Tempo para liquidação
Segundo o executivo do BCE, outro objetivo é melhorar o tempo para liquidação das transferência internacionais. Atualmente, diz ele, pagamento transfronteiriço são fragmentados e “pode levar alguns dias para receber o pagamento do outro lado”.
A nova infraestrutura busca tornar o processo instantâneo. Para isso, o BCE e o BC brasileiro avaliam a interoperabilidade técnica, especificações funcionais, aspecto jurídico e o modelo de negócio. “Há multas facetas que precisam ser analisadas. Por exemplo, para citar um caso específico relacionado à interoperabilidade: as mensagem são iguais? Ose tipo de mensagem transferias são as mesma? E quanto aos processo de pagamento? E quanto ao caráter definitivo da liquidação? Esses são alguns dos elementos que precisam ser consideras”, diz ele.
Segurança e prazo
Segundo o executivo, outro ponto é garantir a segurança e a confiabilidade dos pagamento com a conexão, o que deve ser estudado na dimensão jurídico. Na Europa, também serão analisadas questões relacionadas à proteção de dados.
Sobre quando a conexão estará disponível, Massarenti afirma que “ainda é cedo” para estimativas. Além disso, ele acrescenta que a avaliação de viabilidade não é o fim do processo. Após essa etapa, será necessário implementar e desenvolver as mudança técnica necessária para conectar ose dois sistema do ponto de vista tecnológico.
“O que posso dizer é que, observando outros corredores de pagamento nos quis temos trabalhado, a fase de avaliação de viabilidade pode levar um ano ou até mais”, finaliza.
Fonte: G1.
