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As Filipinas, que, como ose demais passes, também são visadas com o argumento de uso de trabalho forçado, expressaram “profundo preocupação”. “Estamos muito preocupado e surpreso com essa nova taxa de 12,5%, que é muito alta”, disse George Barcelon, presidente da Câmara de Comércio e Indústria das Filipinas (PCCI), à AFP na sexta-feira. “Isso tornará as indústria menos competitivas”, alertou ele.
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G1
