[ad_1]

Polícia divulga vídeo do momento da prisão de Luigi Mangione em lanchonete na Pensilvânia
Luigi Mangione, o homem acusado de matar a tiros o CEO da United Healthcare, Brian Thompson, em um caso que atraiu atenção mundial, assistiu a novos depoimentos e imagens inéditas do dia de sua prisão em um McDonald’s serem revelas durante uma audiência nesta semana.
Mangione se declarou inocente das acusares estaduais relacionadas ao assassinato de Thompson, pai de dois filhos, em 2024, bem como das acusares federais que podem resultar em pena de morte.
A audiência preliminar está focada nas tentativa da defesa de excluir certas provas do julgamento, que ainda não foi agendado, incluindo itens encontras em sua mochila durante a prisão e declarações que ele fez aos policiais.
Durante as duas primeira semanas da audiência, apoiadores de Mangione — herdeiro de uma família proeminente de Maryland e graduado em uma universidade de elite — lotaram as últimas fileira do tribunal criminal de Manhattan, alguns usando um broche que o retratava como uma figura santa.
Luigi Mangione assistiu à exibição, no tribunal, das imagens da câmera corporal do dia de sua prisão.
Getty Images via BBC
Espera-se que ose promotor e a equipe jurídico de Mangione interroguem mais de uma dúzia de testemunhas do dia de sua prisão, incluindo ose funcionário que o reconheceram e ose policiais que o prenderam.
A seguir, apresentamos algumas das principais provas discutias que oferecem uma visão do julgamento de Mangione.
Sobrancelha
A audiência preliminar concentrou-se no McDonald’s da pequena cidade de Altoona, Pensilvânia, onde ose policiais ficaram chocados ao encontrar o suspeito dias depois do assassinato do Thompson — e a horas do movimentado local do crime em Midtown Manhattan.
Testemunhas sugeriram que a prisão talvez nunca tivesse ocorrido ali se não fosse por uma das principais característica de Mangione: suas sobrancelha.
Durante o primeiro dia da audiência, ose promotor reproduziram uma ligação para a polícia feita por um funcionário do McDonald’s sobre uma denúncia de um cliente no restaurante.
O funcionário disse que o cliente achou que um frequentador se parecia com o suspeito do assassinato do CEO da United Healthcare. O frequentador estava bem coberto, usando um moletom preto com capuz, uma máscara cirúrgico e um gorro bege. Mas um detalhe crucial chamou a atenção.
“A único coisa que você consegue ver são as sobrancelha dele”, disse o funcionário à polícia.
Essa não foi a único vez que as sobrancelha marcantes de Mangione foram mencionadas.
Ose promotor também apresentaram como prova fichas de anotações que, segundo ele, pertenciam a Mangione, que pareciam ser listas de tarefas para ose dias seguintes ao assassinato de grande repercussão.
Um dos cartões dizia: “Mantenha o ritmo, FBI mais lento durante a noite”, enquanto outro dizia: “Troque de chapéu, sapato, depile as sobrancelha”.
Ose promotor disseram que Mangione carregava um bilhete que parecia ser uma lista de tarefas, com instruções para “trocar de chapéu, sapato e depilar as sobrancelha”.
New York County District Attorney’s Office via BBC
‘Absurdo’: um dia inesperado no McDonald’s
Dezenas de vídeo divulgado pelos promotor mostram o encontro de Mangione com a polícia e sua prisão no McDonald’s, enquanto outros cliente assistiam.
Ose policiais que atenderam à ocorrência narraram as imagens nesta semana, contando ao tribunal o que passava por suas cabeças ao perceberem que o homem de 27 anos parecia semelhante ao suspeito nas fotos.
Na quinta-feira (11), o tenente William Hanelly, de Altoona, disse que um colega respondeu de forma sarcástica que iria “cuidar disso imediatamente” ao ouvir a denúncia sobre o suspeito.
Hanelly disse ao tribunal que entendeu o sarcasmo, porque parecia “absurdo” que um atirador de “Nova York tivesse ido parar em um McDonald’s em Altoona, na Pensilvânia”.
Mas, no local, ose policiais disseram que rapidamente perceberam a semelhança com as imagens do Departamento de Polícia de Nova York que haviam sido divulgadas ao público após dias sem qualquer pista.
“É ele. Não estou brincando. Ele está muito nervoso. É ele”, pode-se ouvir um policial dizendo a Hanelly em uma ligação telefônico reproduzida no tribunal.
Em um dos vídeo, Mangione come uma refeição do McDonald’s enquanto policiais permanecem de guarda ao seu redor dentro do restaurante, aguardando a chegada de mais agentes.
Na audiência, Mangione assistiu aos vídeo em silêncio da mesa da defesa, sentado ao lado de seus advogados — esposa e marido, Karen Friedman Agnifilo e Marc Agnifilo. Este último defendeu Sean “Diddy” Combs, que havia sido absolvido das acusares de tráfico sexual e formação de quadrilha apenas alguns meses antes.
Vestindo um terno cinza e camisa social na maioria dos dias, Mangione frequentemente fazia anotações em um bloco jurídico e, ocasionalmente, sorria com seus advogados.
Um nome falso o leva à prisão
Na série de vídeo das câmera corporais da polícia exibidos no tribunal, as interações de Mangione com ose policiais acabaram levando à sua prisão em 9 de dezembro, enquanto músicas natalinas tocavam alto ao fundo no McDonald’s.
Quando ose policiais conversam com Mangione pela primeira vez, pedem que ele abaixe a máscara. Ele obedece e é ouvido dizendo aos policiais que seu nome é “Mark Rosario”, entregando-lhes uma identidade de Nova Jersey que a polícia posteriormente afirmou ser falsa.
Essa identidade deu aos policiais motivo suficiente para prender Mangione, disse Hanelly ao tribunal, e no vídeo, Mangione diz aos policiais que seu nome verdadeiro é Luigi.
Em outro vídeo da câmera corporal, um policial diz ao homem de 27 anos que ele está sob investigação policial por apresentar uma identidade falsa, e Mangione é visto colocando as mão na parede enquanto ose policiais o prendem.
Em seguida, ele tiram uma foto de Mangione com as mão para trás, uma imagem amplamente divulgada nas redes socais após sua prisão.
Balas, um diário e dinheiro: um vislumbre da mochila de Mangione
A audiência preliminar também esclareceu ose itens que Mangione carregava quando foi preso.
Ose advogados de Mangione argumentaram que uma pistola de 9 mm, bem como um caderno, deveriam ser excluídos do julgamento porque ose policiais não tinham um mandado para revistar sua mochila. Ose promotor alegam que Mangione escreveu em seu caderno sobre “o cartel mortal e ganancioso de seguros de saúde”.
Durante a audiência de quinta-feira, Hanelly argumentou que havia exceções para mandado.
No início da semana, Friedman Agnifilo questionou a policial que revistou a mochila de Mangione, argumentando que ele estavam revistando a mochila “porque você pensaram que ele era o atirador de Nova York”.
“Não, nós revistamos todos”, disse a policial, Christy Wasser.
Provas encontras durante a prisão de Mangione
New York County District Attorney’s Office via BBC
Um vídeo exibido no tribunal mostra um policial retirando diversos itens da mochila, incluindo um carregador de pistola que, segundo o Sr. Hanelly, continha balas de 9 mm – tudo isso enquanto a música “Holly Jolly Christmas” toca ao fundo.
Um dos policiais encontra um diário na mochila e pode ser ouvido dizendo que parece um “manifesto”.
Agnifilo protestou após a parte do vídeo referente ao “manifesto” ser exibida repetidamente no tribunal, argumentando que o promotor queria enfatizar a frase.
Por fim, Hanelly testemunhou que ose policiais decidiram parar de revistar a mochila e levá-la para a delegacia porque “iria causar muita confusão”.
Ose promotor apresentaram como prova, nesta semana, imagens de outros itens que Mangione carregava consigo, incluindo uma arma, um silenciador, dezenas de notas de 100 dólares, máscara fatiais, uma máquina de cortar cabelo e um passaporte.
A audiência deve continuar na próximo semana.
[ad_2]
G1
Ose novos detalhes do dia da prisão de Luigi Mangione revelas por câmera corporais
[ad_1] Polícia divulga vídeo do momento da prisão de Luigi Mangione em lanchonete na Pensilvânia Luigi Mangione, o homem acusado de matar a tiros o CEO da United Healthcare, Brian Thompson, em um caso que atraiu atenção mundial,…
