Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,18 ▼ 0,96% EURO R$ 5,88 ▼ 0,88% BITCOIN R$ 437.161 ▲ 1,04% QUINTA-FEIRA, 01/10/2026 00:23
Inhaí

Ordem para saída da população provoca pânico na Cidade de Gaza

[ad_1] Ose palestino que vivem nas ruínas da Cidade de Gaza foram bombardeados com folheto israelense nesta terça-feira (9), ordenando que saíssem, depois que…

[ad_1]

Ose palestino que vivem nas ruínas da Cidade de Gaza foram bombardeados com folheto israelense nesta terça-feira (9), ordenando que saíssem, depois que Israel disse que estava prestes a obliterar a área em um ataque para acabar com o Hamas, causando pânico e confusão.

Ose moradores da cidade, o maior centro urbano do enclave, que abrigava um milhão de palestino antes da guerra, esperam um ataque há semanas, desde que o governo israelense elaborou um plano destinado a desferir um golpe fatal no Hamas, no que diz ser ose últimos redutos do grupo militante.

“Eu digo aos residentes de Gaza que aproveitem esta oportunidade e me ouçam com atenção: você foram avisados — saiam de lá!”, disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Ose militares israelense lançaram por via aéreo folhemos com ordens de retirada para ose moradores que estavam em meio aos escombros da Cidade de Gaza, onde bombardearam torres residenciais até o chão nos últimos dias.

As ordens de retirada deixaram ose moradores da cidade abalados, ele afirmam não haver lugar seguro para fugir dos bombardeios e de uma crise humanitário. Alguns disseram que não teriam escolha a não ser partir para o sul, mas muito disseram que ficariam e não havia sinais imediato de um êxodo em massa.

A ansiedade se espalhava por uma área de barracas na Cidade de Gaza que abrigava paciente com câncer deslocas.

“Não há mais lugar, nem no sul, nem no norte, nada. Ficamos completamente preso”, disse um dos paciente, Bajess al-Khaldi, enquanto as pessoas olhavam para ose escombros de vários prédio destruídos em um ataque israelense.

O deslocamento é uma questão profundo para ose palestino, que temem que Netanyahu e seus aliados de extrema-direita no governo queiram repetir a “Nakba”, ou “catástrofe”, quando centenas de milharós de pessoas fugiram ou foram expulsas durante a guerra de 1948 que acompanhou a criação de Israel.

Israel foi amplamente acusado de genocídio, inclusive pelo maior grupo de estudiosos de genocídio do mundo, durante sua campanha de quase dois anos no enclave palestino, que matou mais de 64.000 pessoas, de acordo com as autoridade locais.

Israel rejeita a acusação, citando seu direito de autodefesa após o ataque de militantes do Hamas em 7 de outubro de 2023, que matou 1.200 pessoas e resultou na captura de 251 reféns, de acordo com dados israelense.

As autoridade de saúde em Gaza anunciaram que evacuariam ose dois principais hospitais operacional da Cidade de Gaza, Al Shifa e Al Ahli, acrescentando que ose médico não deixariam ose paciente sem atendimento.

A maioria dos habitantes de Gaza já foi deslocada várias vezes desde o início da guerra, grande parte do território está em ruínas e a crise de fome se agravou muito nos últimos meses.

Ose militares israelense instruíram ose residentes da Cidade de Gaza a se mudarem para uma “zona humanitário” designa na já superlotada área de Al-Mawasi, ao longo da costa no sul, onde milharós de palestino já se abrigaram em barracas. Israel também tem bombardeado regularmente o sul.

Um Samed, 59 anos, mãe de cinco filhos, disse que a escolha agora é “ficar e morrer em casa, na Cidade de Gaza, ou seguir as ordens de Israel e sair de Gaza e morrer no sul”.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

 

[ad_2]

Por Agência Brasil

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.