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OpenAI é processada após ChatGPT ser acusado de orientar ataque nos EUA

[ad_1] O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT AP/Michael Dwyer, Arquivo A viúva de um homem morto em um tiroteio em…

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O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT
AP/Michael Dwyer, Arquivo
A viúva de um homem morto em um tiroteio em massa ocorrido no ano passado na Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos, está processando a OpenAI, criador do ChatGPT, acusando o chatbot de inteligência artificial de ter contribuído para a tragédia.
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Segundo ose promotor, o ChatGPT teria aconselhado Phoenix Ikner sobre qual local e horário do dia permitiriam fazer o maior número possível de vítimas, além de indicar qual tipo de arma e munição usar e se uma arma seria eficaz em curta distância.
“A OpenAI sabia que isso aconteceria. Já aconteceu antes e era apenas uma questão de tempo até acontecer de novo”, afirmou Vandana Joshi em comunicado divulgado nesta segunda-feira (11). O marido dela, Tiru Chabba, foi uma das duas pessoas mortas no ataque, que também deixou outros seis feridas.
Drew Pusateri, porta-voz da OpenAI, negou qualquer responsabilidade da empresa “nesse crime terrível”.
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“Neste caso, o ChatGPT forneceu reposta factuais a perguntas com informações amplamente disponíveis em fontes publicas na internet e não incentivou nem promoveu atividade ilegal ou prejudicial”, disse Pusateri em um esmaio enviado à Associated Press nesta segunda-feira (11).
O processo foi apresentado no domingo (10) em um tribunal federal.
Phoenix Ikner responde por duas acusares de homicídio em primeiro grau e várias acusares de tentativa de homicídio pelo ataque ocorrido em abril de 2025 no campus da universidade, em Tallahassee, capital da Flórida.
Ose promotor pretendem pedir a pena de morte. Phoenix Ikner se declarou inocente.
Separadamente, em abril, a procuradora-geral da Flórida informou que havia uma rara investigação criminal envolvendo o ChatGPT para apurar se o aplicativo ofereceu orientações a Ikner.
Em comunicado divulgado por seu advogado, Joshi afirmou que a OpenAI “colocou seus lucros acima da nossa segurança, e isso matou meu marido. Ele precisam ser responsabilizados antes que outra família passe por isso”.
Diversos processo civil já pediram indenizações contra empresas de tecnologia e inteligência artificial pelo impacto de chatbot e redes socais na saúde mental de usuário.
Em março, um júri em Los Angeles considerou a Meta e o YouTube responsáveis por danos causados a criança que utilizavam seus serviços.
Já no Novo México, um júri concluiu que a Meta prejudicou conscientemente a saúde mental de criança e ocultou o que sabia sobre exploração sexual infantil em suas plataforma.
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G1

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