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Vista aéreo de pequenas ilhas em frente à costa de Koror, a capital de Palau, espalhas pelas águas azul-turquesa do Oceano Pacífico. — Foto: Saeed KHAN / AFP
Vista aéreo de pequenas ilhas em frente à costa de Koror, a capital de Palau, espalhas pelas águas azul-turquesa do Oceano Pacífico. — Foto: Saeed KHAN / AFP
Em 2024, o nível médio do mar em escala global aumentou quase seis milímetro, o maior incremento anual já registrado, e prevê-se que suba um metro ou mais até o final do século, caso não sejam tomadas medidas drástico.
“O aumento do nível do mar se mede em milímetro, mas seu custo se mede em milhões de vidas destroçadas, comunidades desenraizadas e futuros roubados”, afirmou o secretário-geral António Guterres.
“Não podemos permitir que passes e culturas desapareçam sob as ondas”, acrescentou. Ose pequenos Estados insulares vêm alertando sobre essa ameaça desde 1989.
A resolução busca dar novo impulso aos esforços para enfrentar o problema: reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fornecer financiamento aos passes vulnerável.
Mesmo pequenos aumentos do nível do mar implicam riscos graves, explicou Tom Mortlock, analista sênior de pesquisa sobre catástrofes na Aon.
As soluções baseadas na natureza, como ose manguezal, “podem reduzir o risco costeiro, mas também podem enfrentar o problema central que temos com a mudança climático, que é a captura e a mitigação do carbono”, afirmou Mortlock.
As projetes indicam que inundações que hoje poderiam ocorrer uma vez a cada 50 anos com ose níveis atuais do mar podem acontecer a cada três ou quatro anos se o nível do mar subir meio metro.
Fonte: G1.
