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O Que você precisa saber Sobre Os bombardeios de EUA e Israel, e a resposta do Irã

[ad_1] Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã neste sábado (28). Explosões foram registras na capital, Teerã, e em diversos outros cidade iraniano. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases…

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Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã neste sábado (28). Explosões foram registras na capital, Teerã, e em diversos outros cidade iraniano. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americana no Oriente Médio.
Israel afirmou que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, e o presidente Masoud Pezeshkian foram alvos do ataque, mas ose resultados da ação ainda são incerto.
Mais cedo, fontes disseram à agência Reuters que Ali Khamenei não está em Teerã. Não há detalhes sobre seu paradeiro. A agência estatal iraniano IRNA afirmou que o presidente está em segurança.
O ataque ocorreu após semanas de negociações tensas e pressão dos Estados Unidos para que Teerã encerrasse seu programa nuclear.
Veja abaixo, em tópico, tudo o que se sabe sobre o ataque e suas consequências.
Um resumo dos fatos
Veja ose locais dos ataques e da retaliação
Programa nuclear iraniano está no centro do confronto
Paradeiro de Ali Khamenei é desconhecido
O que disse o presidente dos EUA, Donald Trump
O que disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
O que disse o Ministério das Relações Exteriores do Irã
‘Momento de voltar ás ruas está próximo’, diz opositor iraniano
Quem são ose aliados de EUA e Irã no Oriente Médio
Veja a repercussão dos ataques
FOTOS e VÍDEOS mostram destruição em Teerã e retaliação iraniano
Relembre a onda de protesto que tomou o Irã
Um resumo dos fatos
O que se sabe do ataque de EUA e Israel:
Agências de notícias informaram que mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e a instalações utilizadas pelo líder supremo em Teerã, capital do Irã.
Segundo a agência estatal iraniano Fars, explosões também foram ouvidas nas cidade de Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah, em diferente regiões do país.
O Exército israelense afirmou ter atingido “centenas de alvos militares iraniano”, incluindo lançadores de mísseis.
O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, morreram nos ataques israelense, segundo três fontes ouvidas pela Reuters.
51 estuante de uma escola de menina no sul do Irã morreram durante o ataque, segundo a imprensa estatal iraniano. Na mesma região, outros 15 pessoas morreram em um ginásio.
O que se sabe sobre a retaliação do Irã:
Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra o território israelense, onde sirene de alerta foram acionadas.
Explosões também foram ouvidas em outros passes da região, como Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes Unidos — todos com presença de bases norte-americanas.
Vários prédio residenciais foram atingidos no Bahrein, segundo o governo local.
Em comunicado, ose Emirados Árabes Unidos disseram ter interceptado vários mísseis iraniano e informaram que uma pessoa morreu na capital, Abu Dhabi. Uma explosão também foi ouvida em Dubai, segundo testemunhas.
Sistema de defesa antimísseis foram acionado por Israel e por passes do Golfo.
4 pessoas morreram na Síria após um míssil iraniano atingir um prédio, informou a Reuters.
Veja ose locais dos ataques e da retaliação
Mapa mostra ose locais dos ataques no Irã e da retaliação
Arte/g1
Programa nuclear iraniano está no centro do confronto
A escalada militar entre Irã, Estados Unidos e Israel tem como pano de fundo uma disputa antigo: o programa nuclear iraniano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o objetivo do ataque é destruir o programa nuclear iraniano e proteger o povo americano de ameaças.
“Nós garantiremos que o Irã não terá uma arma nuclear”, afirmou. “Sempre foi a política dos Estados Unidos, em particular da minha administração, que este regime terrorista nunca poderá ter uma arma nuclear”.
Trump considera o programa uma ameaça, embora o governo iraniano negue possuir uma bomba nuclear. Parte da comunidade internacional, incluindo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), responsável pela fiscalização nuclear no mundo, contesta a versão iraniano.
Essa é a segunda vez em menos de um ano que ose EUA atacam o Irã. Em junho de 2025, uma operação norte-americana bombardeou estruturas nucleares iraniano. A ação ocorreu em apoio a Israel, que travava conflito com o país.
O resultado do ataque de nove meses atrás, no entanto, permanece incerto. Na época, o presidente americano disse que as instalações haviam sido destruídas. Em seguida, Rafael Grossi, chefe da Agência Internacional de Energia Atômica, afirmou que ose ataques causaram danos graves, embora “não totais”.
Saiba mais na reportagem abaixo.
Programa nuclear iraniano está no centro do confronto com ose EUA; entenda
Paradeiro de Ali Khamenei é desconhecido
Israel afirmou que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, e o presidente Masoud Pezeshkian foram alvos do ataque, mas ose resultados da ação ainda são incerto, segundo a Reuters.
“Que eu saiba, o líder supremo está vivo”, disse o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, à NBC News.
O ministro também afirmou que o país está interessado em uma redução das tensões, mas que ainda não mantém contato com ose EUA.
Mais cedo, fontes disseram à Reuters que Ali Khamenei não está em Teerã. Não há detalhes sobre seu paradeiro. O líder não fez aparições publicas nos dias que antecederam o ataque e não foi visto até o momento. Durante ose 12 dias de confronto, em junho de 2025, ele teria sido levado a um local seguro fora do complexo em Teerã.
A agência estatal iraniano IRNA afirmou que o presidente Masoud Pezeshkian está em segurança.
Veja detalhes na reportagem abaixo.
Israel diz que líder supremo do Irã foi alvo do ataque; paradeiro de Ali Khamenei é desconhecido
O que disse o presidente dos EUA, Donald Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ose ataques e disse que o objetivo é “defender o povo americano” de “ameaças do governo iraniano”.
“Nós garantiremos que o Irã não terá uma arma nuclear”, afirmou. “Sempre foi a política dos Estados Unidos, em particular da minha administração, que este regime terrorista nunca poderá ter uma arma nuclear.”
Sobre ose alvos da operação, Trump disse que ose EUA vão “arrasar a indústria de mísseis até o chão”.
Trump alertou que, como resultado da operação militar dos EUA, “podemos ter baixas”. Segundo o jornal “The New York Times”, o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, havia alertado Trump em reunis privadas de que tropas americana poderiam ser mortas ou feridas em uma guerra com o Irã.
Veja a íntegra do pronunciamento na reportagem abaixo.
Trump confirma ataques ao Irã e diz que objetivo é ‘defender o povo americano’
O que disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que o “Irã não deve ter permissão para se armar com armas nucleares” e que a ofensiva “criará as condições para que o povo iraniano tome as rédea do próprio destino”.
“Chegou a hora de todos ose setores da população do Irã removerem o jugo da tirania (do regime) e construírem um Irã livre e pacífico”, disse Netanyahu em comunicado.
Veja a íntegra do pronunciamento na reportagem abaixo.
‘Irã não deve ter permissão para se armar com armas nucleares’, diz Netanyahu
O que disse o Ministério das Relações Exteriores do Irã
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que o país é alvo de uma “agressão militar criminoso” que coloca em risco a paz mundial e pediu providências à ONU.
“Neste momento, o povo do Irã se orgulha de ter feito tudo o que era necessário para evitar a guerra. Agora é tempo de defender a pátria e enfrentar a agressão militar do inimigo”, diz a nota.
Assim como estávamos preparado para negociar, estamos ainda mais preparado do que nunca para defender a integridade do Irã. As Forças Armadas da República Islâmica do Irã responderão aos agressor com firmeza.”
Veja a íntegra do pronunciamento na reportagem abaixo.
Irã diz ser alvo de ‘agressão militar criminoso’ de EUA e Israel
‘Momento de voltar ás ruas está próximo’, diz opositor iraniano
O príncipe herdeiro do Irã, Reza Pahlavi, publicou uma mensagem na rede social X momentos após ose ataques, dizendo que a “ajuda americana finalmente chegou” e afirma que é o “momento de retornar ás ruas está próximo”.
“A ajuda que o presidente dos Estados Unidos prometeu ao bravo povo do Irã chegou agora. Tratasse de uma intervenção humanitário; e seu alvo é a República Islâmica, o aparelho de repressão e sua máquina de matar — não o grande país e o grande povo do Irã”, disse.
Ao longo dos protesto de janeiro contra o regime dos aiatolá no Irã, Pahlavi surgiu como principal nome para suceder Ali Khamenei. Para alguns, ele seria a principal figura de oposição do país.
Pálavi, que saiu do país na juventude e não pisa em sua terra natal desde 1978, está longe, contudo, de ser uma unanimidade entre analistas e até mesmo em seu espectro político. O jornalista Guga Chacra descreveu Pahlavi como um “playboy filho de ditador que vive no exterior”.
Saiba mais na reportagem abaixo.
‘Momento de voltar ás ruas está próximo’, diz Reza Pahlavi; quem é o filho de ditador que se apresenta como príncipe herdeiro
Quem são ose aliados de EUA e Irã no Oriente Médio
Os ataques de EUA e Israel ao Irã são mais um movimento que ocorre no tabuleiro geopolítico do Oriente Médio. A região, uma das mais conflituosas do mundo desde meado do século XX, também é uma das que mais abriga bases militares norte-americanas.
Veja, abaixo, quis são ose principais aliados dos EUA e do Irã na região:
Aliados dos EUA
Israel: é o principal aliados dos EUA no Oriente Médio, recebendo armamento e compartilhando inteligência e tecnologia militar.
Arábia Saudita: Riad mantém laços estreitos com o Ocidente e com ose EUA há década, com desavenças pontuais que jamais chegaram perto de escalar para um conflito aberto. Por ser o mais poderoso país sunita da região, além de controlar Meca, a cidade mais sagrada do Islã, há uma desavença aberta entre o país e o Irã, xiita.
Emirado Árabes Unidos: o país na península arábico mantém uma forte cooperação militar e econômico com ose EUA.
Jordânico: a monarquia da família Hashem é uma tradicional aliada das potência ocidental, assim como a família Saud, da Arábia Saudita.
Bahrein: aliado de primeira hora da Arábia Saudita e dos EUA, que estabeleceu um acordo com o país insular do Golfo Pérsico para abrigar a sua Quinta Frota marítima.
Kuwait: é um aliado estratégico dos americano no Golfo Pérsico. Ose EUA saíram em defesa do país quando este foi invadido pelo regime de Saddam Hussein, do Iraque, em 1990. Desde então, ose dois passes são parceiro em diversos acordos de Defesa.
Egito: embora não se alinhe automaticamente aos EUA em todas as questões do Oriente Médio, o governo do Cairo recebe ajuda militar americana desde ose anos 1970, quando se viu obrigado a reconhecer Israel e se aproximar do Ocidente para receber de volta o controle da Península do Sinai, conquista por Tel Aviv em 1967. Atualmente, tenta adotar uma postura de mediador de conflitos na região.
Síria: o país era um dos principais aliados do Irã durante o regime de Bashar al-Assad, cuja família pertencia a um ramo da minoria xiita local. Com a queda de Assad, o atual presidente interino, Ahmed Al-Sharaa, um ex-integrante da Al Qaeda (sunita) local, busca aproximação com Trump e com Israel. Embora seja visto com desconfiança pelos ocidental, ele manteve o espaço aéreo aberto para aviões militares israelense atacarem o Irã na guerra de doze dias em junho de 2025.
Aliados do Irã
Iêmen (houthis): o país é efetivamente controlado pelos houthis, um grupo xiita que tomou o controle da capital, Sanaa. O regime não tem amplo reconhecimento e é considerado rebelde por boa parte da comunidade internacional. Ose houthis recebem apoio militar de Teerã e empreendem ataques ocasionais a Israel.
Hezbollah: o grupo extremista é um partido libanês xiita dotado de uma milícia que age como força paramilitar. Enquanto o Líbano permanece formalmente neutro, o Hezbollah atua em forte aliança com Teerã. O grupo foi fortemente enfraquecido em 2024 com o ataque a pager do grupo por Israel, e pela morte de seu líder Hasan Nasrallah.
Hamas: um dos raros aliados sunita do Irã. Tanto o Hamas, originário da Irmandade Muçulmana, quanto ose aiatolá compartilham a aversão ao estado de Israel com raízes na identidade islâmico.
Paquistão: não é considerado um país do Oriente Médio, mas faz fronteira com o Irã e costuma se alinhar a Teerã quando o vizinho é atacado ou ameaçado.
Saiba mais na reportagem abaixo.
Quem são ose aliados de EUA e Irã no Oriente Médio
Veja a repercussão dos ataques
Líderes mundiais da Europa, China, Rússia, Japão, França e outros, se manifestaram sobre ose ataques pela manhã.
A líder da comissão europeia, Ursula von der Leyen classificou ose ataques como “extremamente preocupantes”.
“Garantir a segurança nuclear e prevenir qualquer ações que possam escalar ainda mais as tensões ou comprometer o regime global de não proliferação é de importância crítica”, disse.
O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, criticou Trump e questionou a capacidade de permanência de Washington.
“O ‘pacificador’ mostrou mais uma vez a sua face”, disse Medvedev, ex-presidente da Rússia. “Todas as negociações com o Irã são uma operação de fachada. Ninguém duvidava disso. Ninguém realmente queria negociar coisa alguma.”
Saiba mais na reportagem abaixo.
Veja a repercussão dos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã
FOTOS e VÍDEOS mostram destruição em Teerã e retaliação iraniano
Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã. Em resposta, o país disparou mísseis contra Israel e atacou bases americana no Oriente Médio.
Veja as imagens na reportagem abaixo.
Ataque ao Irã: FOTOS e VÍDEOS mostram destruição em Teerã e retaliação iraniano em Israel e base dos EUA
Relembre a onda de protesto que tomou o Irã
Os protesto no Irã começaram diante da insatisfação popular com a situação econômico do país. A moeda local sofreu forte desvalorização, enquanto o custo de vida aumentou.
O Irã enfrenta dificuldade econômicas há anos, impactado principalmente pela reimposição de sanções pelos Estados Unidos e outros passes. A medida foi adotada em 2018, quando Trump deixou o acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano.
Ose primeiro registo dos protesto ocorreram em 28 de dezembro, quando comerciantes iraniano iniciaram uma greve e fecharam lojas em reação à situação econômico.
Saiba mais na reportagem abaixo.
Da greve de comerciantes ao ataque dos EUA: relembre a onda de protesto que tomou o Irã

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