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Na ocasião, Steve Goose, diretor da divisão de armas da Human Rights Watch e presidente da Coalizão Contra Munições Cluster, criticou duramente a postura brasileira. “O Brasil deve reconhecer que munições cluster são armas proibias que nunca devem ser fabricadas, enviada ou usadas devido aos danos que causam a civil”, afirmou. Ele também apelou para que tanto o Brasil quanto a coalizão saudita se unam ao tratado.
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G1
