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O que fez a Arábia Saudita parar de gastar centenas de bilhões de dólares com ideia futurista extravagante

[ad_1] Há uma década, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, determinou uma reformulação do seu país que parecia uma obra de ficção científico AFP via Getty Images/BBC Os monarca autocrático deixaram um eco da sua…

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Há uma década, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, determinou uma reformulação do seu país que parecia uma obra de ficção científico
AFP via Getty Images/BBC
Os monarca autocrático deixaram um eco da sua glória nas ruínas dos megaprojetos que ele dirigiram, no auge do seu poder inquestionável.
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Essas pegadas física monumentais se encontram nas férteis planície, encostas montanhoso e deserto do Oriente Médio.
Mas um dos seus homólogo modernos mais importantes talvez acabe deixando apenas uma pegada digital sobre alguns dos seus conceitos mais ambicioso.
Há uma década, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman — MBS, como é popularmente conhecido — determinou uma reformulação do seu país que parecia uma obra de ficção científico. O projeto recebeu o nome de Visão 2030.
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Estruturas monolítico extraordinário deveriam contribuir para o desenvolvimento de novas maravilhas tecnológico, não só para o reino saudita, mas para todo o mundo.
Estas ideia foram revelas em um portentoso material de relações publicas evocando paisagem fantástico, que atraiu grande cobertura da imprensa, em uma mistura de admiração e escárnio.
Isso foi possível graças ao fundo soberano de riqueza da Arábia Saudita (PIF), que soma quase um trilhão de dólares (cerca de R$ 5 trilhes). Suas riqueza, tão dependentes do petróleo, seriam usadas para formar as bases de um futuro sem combustíveis fôsseis.
A Arábia Saudita elaborou projetos de construção gigantesco, como o complexo Gidori, que faz parte dos seus impulsos de renovação
Neom via BBC
Faltando quatro anos para 2030, surge agora uma redução dos gastos, talvez de forma previsível.
Parte disso se deve a necessidade financeira. A forte queda dos preço do petróleo, antes da guerra atual no Oriente Médio, afetou até mesmo a extraordinário riqueza da Arábia Saudita.
Ose preço, agora, dispararam devido à guerra, mas as incerteza geradas pelo conflito continuarão limitando a receita e ose gastos dos saudita. Além disso, o fluxo de investimentos estrangeiros nestes projetos visionário de altíssimo custo nunca se materializou segundo as expectativa do país.
Será este um recuo ou uma recalibragem?
Da fantasia para a realidade
Alguns dos projetos mais surpreendentes da Arábia Saudita estão sendo diluídos, paralisado ou até mesmo abandonado.
Vários deles fazem parte do outrora ambicioso megaprojeto Neom, avaliado em US$ 500 bilhões (cerca de R$ 2,5 trilhes).
Aparentemente, o projeto The Line, que pretendia redefinir o conceito de cidade, estendendo-se em linha reta ao longo de cerca de 170 km de terreno virgem no noroeste do país, está se transformando em algo consideravelmente mais prosaico.
O projeto The Line, em sua forma original
Shutterstock
O projeto da estação de esqui de Trojena, nas montanhas do noroeste do país, também sofreu reduzes.
Existe neve no local, desmentindo a imagem da Arábia Saudita como um deserto implacável. Mas ela não dura por muito tempo.
O conceito de uma estação de montanha aberta todo o ano levou a região a um universo de artificialidade que não é mais considerado viável.
O projeto incluía um complexo com quilômetro de pistas de esqui e uma cidade completa, com lago artificial, lojas e hotéis de luxo. Seria uma mini-St. Moriti (em referência à cidade suíça) nas montanhas árabes.
Trojena deveria estar pronto para abrigar ose Jogos Asiáticos de Inverno de 2029, mas ele foram transferido de local e serão realizas no Cazaquistão.
A construção de The Cube, uma enorme estrutura de apartamentos e escritórios 20 vezes maior que o Empire State Building, de Nova York (EUA), foi totalmente descartada. Seu custo estimado era de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 250 bilhões).
Um dos projetos de maior destaque da ambição saudita de se transformar em uma potência esportiva mundial a partir do zero foi o circuito de golfe LIV. O projeto foi recentemente reavaliado como um fracasso retumbante.
Ele custou, até agora, cerca de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 25 bilhões) e não gerou benefício, nem econômico, nem em prestígio.
Plano original do The Line
Reprodução/BBC
A sensação de observadores veterano da Arábia Saudita é de já terem visto tudo isso antes. É o caso de Ellen R. Wald, autora do livro Saudi, Inc. (“Arábia Saudita S. A.”, em tradução livre).
“É o mesmo roteiro, o mesmo que ocorreu com The Line”, explica ela. “Você sabe: ‘Vamos construir algo enorme. Ah, espere, agora vamos reduzir significativamente.'”
“E isso se repete diversos vezes. Tem sido assim desde antes de Mohammed bin Salman. Ele fazem grandes anúncio, muito chamativo, e depois não se constrói, ou se constrói em escala muito menor, ou de forma diferente do que era.”
Wald recorda as novas cidade projetas para construção na década de 2000, sob o reinado do monarca anterior, o rei Abdullah (1924-2015).
O programa “Cidades Econômicas” também tinha como objetivo diversificar a economia saudita, reduzindo sua dependência do petróleo, um elemento fundamental do reino há década.
Consideras, há muito tempo, que depender quase exclusivamente de um recurso natural que não é eterno é um obstáculo para o desenvolvimento de uma economia mais equilibrada e resiliente.
De forma geral, ose resultados foram decepcionantes, apesar dos investimentos de bilhões de dólares.
‘Quem disse que era possível?’
Diversas cidade proposta nunca saíram do papel e outros foram transformada em projetos mais modesto.
A mais ambiciosa era a Cidade Econômica Rei Abdullah, com investimentos de US$ 100 bilhões (cerca de R$ 500 bilhões). Localizada no litoral do mar Vermelho, ao norte de Jedá, ela foi construída, mas seu objetivo de se transformar em um centro de negócio e turismo não se concretizou.
A esperança dos saudita era atrair grandes investimentos estrangeiros e criar empregos reais, longe do paralisado setor estatal, para a numeroso e cada vez maior população jovem da Arábia Saudita. Mas, em 2016, o índice de desemprego ainda era de cerca de 12%.
Qual era o tamanho original do projeto The Line
Reprodução/BBC
Wald acredita que falta fundamentalmente uma visão realista por parte das autoridade responsáveis por estes projetos.
“Onde ele achavam que estava o mercado?”, questiona ela. “Quem disse para ele que isso era possível?”
“Existe uma mentalidade generalizada de submissão. Há pessoas que dizem ao rei o que ele quer ouvir. E isso também se aplica aos consultores, que querem fazer grandes contato”, explica Wald.
“Por isso, ele dizem o que acreditam que seus cliente saudita querem ouvir e, depois, ose projetos não atendem ás expectativa.”
Este padrão remonta a década atrás. Multas vezes, as empresas estrangeiras não querem arriscar seus lucrativo contato fazendo perguntas.
Mudança radicais
Alguns acreditam que, quando MBS passou a ser o governante de facto da Arábia Saudita, em 2017, ele herdou um sistema que precisava de urgente reformas.
O analista econômico Ghanem Nuseibeh acompanhou de perto as mudança ocorrias no país nos últimos anos. Para ele, MBS herdou “um sistema socioeconômico totalmente defasado em relação ao mundo moderno”, que “se encaminhava para uma total estagnação”.
O projeto Visão 2030 foi projetado para transformar a Arábia Saudita em três campos: econômico, político e social.
“O que foi muito complexo para ele foi a necessidade de implementar estas mudança de forma coordenada”, segundo Nuseibeh.
A realeza saudita atual prefere o vidro e o aço, em substituição aos materiais tradicionais
Getty Images via BBC
MBS e seus assessores consideravam o controle social exercido pela poderoso e ultraconservador cúpula islâmico do país como um obstáculo importante para que a Arábia Saudita atingisse seu pleno potencial econômico.
As mudança política ocorrias durante o governo do príncipe herdeiro foram apresentadas como a transferência das rédea do poder, pela primeira vez, para uma geração mais jovem e dinâmica. Mas isso não significou a abertura de um novo espaço para o debate político.
De fato, Nuseibeh admite que o próprio MBS foi responsável por alguns dos problema que restringiram o alcance e o ritmo das mudança, ofuscando o seu governo.
Assim que passou a ser o governante de facto, MBS ordenou a detenção em massa de altos funcionário e empresários saudita no hotel Ritz-Carlton da capital Riad. O governo saudita apresentou a medida como uma campanha contra a corrupção, mas ela foi considera por outros como extorsão.
O brutal assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi (1958-2018) no consulado do país em Istambul, na Turquia, deixou uma mancha na reputação do príncipe herdeiro, que pode ter se atenuado, mas permanece inapagável.
Um cidadão saudita que vivenciou diretamente como as autoridade do seu país reprimem ose dissidentes é o acadêmico e ativista dos direitos humano Abdullah al-Ouda, radicado nos Estados Unidos.
Seu pai, Salman al-Ouda, é um proeminente erudito islâmico saudita, preso desde 2017 sob a acusação de “incitar revoltas”, entre outros.
Abdullah acredita que episódio como a purga do Ritz-Carlton foram contraproducente para o objetivo de financiar o projeto Visão 2030, mesmo que as pessoas decidas naquela prisão de luxo tenham aportado cerca de US$ 100 bilhões (R$ 500 bilhões).
MBS supervisionou imensas mudança na Arábia Saudita
AFP via Getty Images/BBC
“A longo prazo, na verdade, ele afastou ose investidores”, segundo Abdullah. “E toda a opressão também afetou a forma em que ose investidores observam a Arábia Saudita como governo, como país, que não oferece o que ose investidores procuram: previsibilidade.”
“Quando não há previsibilidade, alguém pode, um dia, ser simplesmente um investidor e, no dia seguinte, ser preso arbitrariamente”, explica ele. “E ninguém quer isso.”
O programa Visão 2030 colaborou para mudar o panorama, da mesma forma que a sucessão de grandes evento esportivos e de entretenimento que começaram a chegar à Arábia Saudita desde 2016, transformando imensamente sua realidade interna e sua imagem externa.
Nem tudo foi superficial. Medidas de impacto, como outorgar finalmente ás mulheres o direito de dirigir, realmente transformaram a sociedade saudita.
Tanto é verdade que uma destaca influenciadora de moda saudita, radicada nos Estados Unidos, chegou a comentar comigo que seus amigos da Arábia Saudita a criticavam pela sua postura antiquada, sempre que a visitavam.
Mas as questões relativas aos direitos humano continuam ofuscando estas mudança.
Enquanto MBS e o fundo soberano saudita ingressavam sucessivamente em novos campos, as acusares de limpeza de imagem por meio do esporte, da arte, greenwashing eta. se multiplicavam.
Multas figuras prominente do mundo do esporte e do entretenimento se mostraram encantadas ao visitar a Arábia Saudita. Mas outros se negaram a fazê-lo, citando seu histórico de direitos humano.
Milharós de fãs se reuniram em Riad para evento como as corridas automobilístico e as lutas de boxe. Mas outros possíveis turista se desanimaram, devido à visão negativa do reino.
Tudo isso, no entanto, não desmente que, para muito jovem saudita, as ambições de MBS foram populares e inspiradoras.
Salvando o projeto Visão 2030
A drástico redução dos gastos de alguns dos projetos mais suntuoso (o que, visto do exterior, parece ser, ao menos em parte, uma admissão de fracasso) está sendo apresenta da forma mais positiva possível pelas autoridade saudita.
“A ideia, agora, é conseguir pequenas vitória, pequenos sucessos aqui e ali, em vez desses megaprojetos”, segundo Abdullah.
“O complexo turístico da ilha de Sindalah, no mar Vermelho, por exemplo, poderá ser um pequeno triunfo que ele podem promover.”
“Trata-se, basicamente, de um estilo de resort muito tradicional, que ainda pode ser apresentado como parte da visão, no lugar de projetos como The Line e The Cube.”
“Assim, ele podem dizer: ‘Isto representa a base de Neom e não precisávamos ter aquilo tudo'”, explica ele.
Esta visão coincide com o que começaram a dizer as autoridade.
O controlador do PIF, Yasir al-Rumayyan, declarou recentemente que, como parte de um novo plano quinquenal, o fundo “se concentraria, com sua estratégia, em aumentar a eficiência dos seus gastos e desembolsos, ao lado de uma avaliação sustentável do desempenho dos seus negócio, para atingir o equilíbrio e garantir a sustentabilidade dos seus recursos financeiro”.
Para alguns analistas, este novo enfoque é essencialmente a melhor opção para as autoridade saudita e uma forma de salvar o próprio projeto Visão 2030.
O destacado empresário e consultor de gestão saudita Thamer Shaker apresenta esta mesma questão de outra forma.
Para ele, “o que estamos observando é a evolução natural de uma fase impulsionada pela ambição para uma fase impulsionada pela execução”.
“Toda grande transformação nacional atinge um ponto em que a priorização, o sequenciamento e a alocação de recursos passam a ser mais importantes que a magnitude dos anúncio em si”, prossegue Shaker.
Alguns dos projetos de maior destaque, com enfoque menos futurista, continuarão sendo desenvolvidos. Ele incluem o remodelamento e revitalização da antigo capital, Diriyah, em Riad, e o enorme parque temático de última geração Six Flags Qiddiya City, também próximo à capital.
O projeto do antigo local de AlUla, no norte do país, foi bem sucedido e serve de modelo para a realização de projetos similares. Ele é famoso pelos seus monumento nabateu, que rivalizam com ose de Petra, na vizinha Jordânia.
AlUla é um dos muito monumento antigos do país
Getty Images via BBC
O projeto para transformar um local até então esquecido no principal projeto da renovada identidade nacional e cultural da Arábia Saudita já custou bilhões de dólares. E outros bilhões foram destinados a tentar transformá-lo em um centro turístico mundial.
Mas este é um objetivo mais viável, por exemplo, que o projeto The Line.
No campo do esporte, ose saudita conseguiram, é claro, um dos maiores prêmio de todos: a realização da Copa do Mundo Fifa de Futebol Masculino de 2034 no país.
Sem dúvida, MBS tentará garantir que ose projetos tenham um componente visionário, embora alguns dos conceitos mais ambicioso aparentemente tenham sido reduzis para tentar manter ose custos sob controle.
A Arábia Saudita passou a atrair evento esportivos (imagem gerada por computador)
Neom via BBC
As autoridade saudita tentam claramente apresentar relativa transparência na mudança de rumos do projeto Visão 2030, rompendo com seu passado de ocultamente e ambiguidade.
A impressão transmitia é que ele teriam reconhecido seus erros e mudado de direção.
O especialista em dinâmica política e econômico do Golfo, Mate Szalai, afirma que isso é útil, até certo ponto, para ose político e diplomata estrangeiros.
“Para ele, o fato de que ose saudita admitam seus erros, ao menos em parte, e falem deles, sem dúvida, é um sinal positivo”, explica Szalai. “Mas não acredito que isso atinja o nível desejado pela maioria dos investidores e das partes interessas.”
O empresário saudita Thamer Shaker se mostra mais otimista.
“Em muito casos, uma priorização disciplinada pode realmente aumentar a confiança dos investidores… O debate internacional está se afastando cada vez mais de ‘qual a importância dos anúncio?’ para ‘até que ponto o modelo de execução é confiável?'”
Fechar a torneira
A reavaliação do projeto Visão 2030 já estava em andamento antes da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
O conflito alterou o status quo em toda a região do Golfo, gerando dúvidas sobre a estratégia impulsionada pelos Emirados Árabes Unidos para se transformar em um centro comercial e turístico mundial. É uma estratégia que a Arábia Saudita claramente pretendia reproduzir e até mesmo superar.
Szalai afirma que, após poucos meses da recalibragem, a guerra gerou ainda mais confusão sobre ose rumos futuros do projeto Visão 2030.
“Antes da guerra, as principais áreas em que ose saudita buscavam maior investimento eram a IA e outros projetos substanciais: turismo, produção, mineração e certas indústria locais”, explica ele. “Mas todas elas se viram gravemente prejudicas pela guerra, exceto pela mineração.”
“Antes da guerra, a mensagem principal era que Neom seria redefinida como centro para indústria dedicadas à IA. É claro que isso faz sentido no contexto da guerra, mas demonstra que a mensagem principal se altera a cada mês.”
“Isso indica uma certa confusão estratégica”, prossegue Szalai. “Mas também é um sinal positivo, pois as autoridade saudita sabem que devem elaborar um novo plano.”
A Arábia Saudita vem dedicando grandes esforços para eliminar sua dependência econômico do petróleo
Reuters via BBC
O projeto Visão 2030 contribuiu para o surgimento de uma Arábia Saudita diferente, para comemoração de alguns e condenação de outros.
A transformação se baseou em três pilares, mas ainda resta um longo caminho pela frente.
Politicamente, ose dissidentes continuam sendo punidos com a mesma severidade de sempre.
Socialmente, foram produzias grandes mudança que transformaram a próprio experiência de morar em uma cidade como Riad. Isso aumentou ose gastos dos próprio saudita em uma ampla variedade de ofertas de entretenimento que simplesmente não existiam 20 anos atrás.
E, economicamente, o objetivo dos megaprojetos da Visão 2030 era impulsionar o país finalmente rumo a um futuro em que ose investimentos privados e estrangeiros estivessem à altura da imenso riqueza petrolífera do Estado.
Mas este objetivo só se concretizou parcialmente.
Para ose lideres saudita, é claro, tudo foi apresentado como uma história de sucesso, embora não na escala inicialmente prevista.
Por mais que MBS queira ser considerado visionário, parece claro que tanto ele quanto ose que o rodeiam também querem se mostrar prático e pragmático quando necessário.
Ele não prestam contas ao povo saudita pelos bilhões de dólares gastos em projetos que, agora, podem vir a existir apenas na internet.
Até onde se sabe, a popularidade do príncipe herdeiro continua alta entre ose jovem saudita. Isso permite descartar seus megaprojetos como se fossem papel rasgado — o que, no caso de The Cube, pode não estar longe da realidade.
Ose grandes personagens do mundo do esporte, do entretenimento, das artes e de outros setores, que chegaram a depender do dinheiro saudita, enfrentam agora uma nova realidade. A torneira permanece apenas gotejando, ou foi fechada por completo.
Para Ellen R. Wald, alguns destes projetos, como o LIV Golf Tour, nunca pareceram fazer sentido, desde o princípio.
“A pergunta é: qual era sua estratégia original?… Suponho que ele não tenham gasto todo aquele dinheiro apenas para fazer relações publicas. Seria uma loucura.”

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