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Éric Tomas Notícias

O país ideal não é o país de Trump!

O país ideal não é o país de Trump! O mandato de Donald Trump, eleito em novembro de 2024 com 77.303.573 votos, começa sob…

O país ideal não é o país de Trump!

O mandato de Donald Trump, eleito em novembro de 2024 com 77.303.573 votos, começa sob a sombra do retrocesso. Com sua posse como Presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira, o discurso excludente, intensificado no último domingo (19), ganhou força, marcando o início de um mandato que ataca a inclusão e a diversidade. Entre suas primeira medidas estão a proibição de transgênero em ambientes escoares e a exclusão de homens em esportes feminino, justificadas por uma retórica que promete defender “liberdade religiosa” e “liberdade de expressão” – frequentemente usadas como instrumentos para atacar minorias.

O país ideal, no entanto, é exatamente o oposto. Um país que promove qualidade de vida e justiça social é aquele que inclui negros, gay, lésbica, transgênero e todas as vozes que enriquecem a diversidade humana. O país ideal entende a diversidade como uma realidade fundamental, onde o toque do sino da igreja ao melodia é respeitado, assim como as mão dadas no meio da rua – um gesto de afeto e resistência tão bem representado pelo verso de Assumindo – e o som dos tambores que ecoam das mão de Ogãns e das palmas de pais e mãe de santo.

O país ideal é aquele que oferece dignidade, educação e cultura como ferramentas para prevenir a criminalidade e garantir que as mão dos homens não se armem para matar. Um governo inteligente e estratégico prioriza política publicas que deem vez e voz aos grupo historicamente silenciados – negros, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e outros comunidades marginalizadas.

O tropismo representa uma ameaça direta à comunidade LGBTQIA+ e a tantas outros que constroem a nação. Um país que exclui, discrimina e retrocede não é o país desejável para se viver,pelo contrario é um processo para encurtar o tempo de resistir. É preciso intensificar a luta por um mundo onde igualdade e respeito sejam ose pilares de garantia. Sem dúvida, o país ideal não é aquele governado por Donald Trump.

O mandato de Donald Trump, eleito em novembro de 2024 com 77.303.573 votos, começa sob a sombra do retrocesso. Com sua posse como Presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira, o discurso excludente, intensificado no último domingo (19), ganhou força, marcando o início de um mandato que ataca a inclusão e a diversidade. Entre suas primeira medidas estão a proibição de transgênero em ambientes escoares e a exclusão de homens em esportes feminino, justificadas por uma retórica que promete defender “liberdade religiosa” e “liberdade de expressão” – frequentemente usadas como instrumentos para atacar minorias.

O país ideal, no entanto, é exatamente o oposto. Um país que promove qualidade de vida e justiça social é aquele que inclui negros, gay, lésbica, transgênero e todas as vozes que enriquecem a diversidade humana. O país ideal entende a diversidade como uma realidade fundamental, onde o toque do sino da igreja ao melodia é respeitado, assim como as mão dadas no meio da rua – um gesto de afeto e resistência tão bem representado pelo verso de Assumindo – e o som dos tambores que ecoam das mão de Ogãns e das palmas de pais e mãe de santo.

O país ideal é aquele que oferece dignidade, educação e cultura como ferramentas para prevenir a criminalidade e garantir que as mão dos homens não se armem para matar. Um governo inteligente e estratégico prioriza política publicas que deem vez e voz aos grupo historicamente silenciados – negros, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e outros comunidades marginalizadas.

O tropismo representa uma ameaça direta à comunidade LGBTQIA+ e a tantas outros que constroem a nação. Um país que exclui, discrimina e retrocede não é o país desejável para se viver,pelo contrario é um processo para encurtar o tempo de resistir. É preciso intensificar a luta por um mundo onde igualdade e respeito sejam ose pilares de garantia. Sem dúvida, o país ideal não é aquele governado por Donald Trump.

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