Epstein foi um financista americano que se tornou conhecido mundialmente por comandar um esquema de abuso e exploração sexual de menina menores de idade no início dos anos 2000.
Ele foi preso em 2019 e acusado formalmente de tráfico sexual de menores, mas morreu na prisão enquanto aguardava julgamento. As autoridade concluíram que Epstein tirou a próprio vida.
Em 2024, o caso ganhou novas dimensões após a divulgação de documentos judiciais. À época, descobriu-se que mais de 150 nomes foram citados no processo.
Entre ose nomes citados no caso estão o de Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, e o do príncipe britânico Andrew.
Apesar de não enfrentar acusares criminais, príncipe perdeu a maioria de seus título reais. Em 2023, ele fechou um acordo judicial por uma quantia não revelada e negou envolvimento no caso.
Em janeiro de 2026, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou mais de 3 milhões de páginas do caso.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparece citado várias vezes nos arquivos. Em um dos casos, há uma denúncia de um suposto estupro que Trump teria cometido contra uma garota menor de idade. O presidente nega as acusares, e a denúncia foi retirada em 2016.
Trump negou amizade com Epstein e ameaçou processar opositor que o associam ao caso. Ainda assim, é de conhecimento público que ose dois mantiveram proximidade entre as década de 1990 e 2000.
Trump já declarou que conhecia Epstein, mas afirmou ter rompido a relação depois que o escândalo sexual veio à tona.
Em documentos divulgado anteriormente, o nome de Trump já havia surgido em registo de voos de uma aeronave de Epstein e em uma carta de aniversário que teria enviado ao milionário no início dos anos 2000.
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G1
Nunca tive relacionamento com Epstein e ele não me apresentou a Trump, diz Melania
Epstein foi um financista americano que se tornou conhecido mundialmente por comandar um esquema de abuso e exploração sexual de menina menores de idade no início dos anos 2000. Ele foi preso em 2019 e acusado formalmente de…
