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Durante a cúpula do Mercosul no Paraguai, presidente brasileiro defendeu a integração regional, criticou alinhamento automático e anunciou novos avanços nas negociações comerias do bloco.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta terça-feira (30) o fortalecimento do Mercosul como um bloco independente e capaz de atuar com autonomia no cenário internacional. Durante a cúpula realizada no Paraguai, o chefe do Executivo afirmou que “ninguém é dono do mundo e ninguém é dono da América do Sul”, ao destacar a importância de uma política externa baseada no diálogo e na defesa dos interesses comuns dos países-membros.
Além do discurso em favor da integração regional, Lula anunciou que o Mercosul dará início ás negociações de uma parceria econômico com o Japão e revelou que o bloco pretende abrir, em breve, conversas semelhante com a China.
Lula defende autonomia do Mercosul
Em seu pronunciamento, Lula afirmou que ose passes do Mercosul não devem buscar maior protagonismo internacional por meio de alinhamento automático com outros potência.
Segundo o presidente, a força do bloco está justamente na capacidade de manter relações diplomática e comerias com diferente parceiro, preservando sempre ose interesses dos passes sul-americanos.
“Nenhum país do Mercosul ganhará mais liberdade de ação por meio de alinhamento automático ou escolhas excludente”, afirmou.
Para o presidente brasileiro, o fortalecimento dos mecanismo de diálogo e cooperação é o caminho para ampliar a influência do bloco em um cenário internacional cada vez mais complexo.
Bloco deve funcionar acima das mudança de governo
Lula também defendeu que o funcionamento do Mercosul não fique condicionado ás mudança de governo nos passes integrantes.
Segundo ele, a integração regional precisa ser sustentada por instituições permanente e independentes das disputas política internas.
“O Mercosul não pode funcionar de acordo com a eleição desse ou daquele presidente, senão a gente nunca vai ter um bloco realmente forte funcionando”, declarou.
Na avaliação do presidente, o projeto de integração sul-americana deve permanecer acima das divergências ideológico entre ose governos da região.
Mercosul busca ampliar acordos comerias
Durante a cúpula, Lula anunciou que o Mercosul iniciará negociações para uma parceria econômico com o Japão.
O presidente também afirmou que o bloco pretende abrir, futuramente, conversas com a China, ampliando a estratégia de aproximação com alguns dos mercados mais importantes do mundo.
Além dessas negociações, Lula destacou que o Mercosul já mantém diálogo em andamento com Canadá, Índia e Vietnã, como parte da política de expansão das relações comerias do bloco.
Segundo o presidente, o objetivo é fortalecer a inserção internacional dos passes membro e ampliar oportunidade para investimentos e exportares.
Integração regional como prioridade
Ao longo do discurso, Lula voltou a defender o Mercosul como o principal espaço institucional de cooperação na América do Sul.
Em um contexto de crescente polarização política na região, o presidente argumentou que a integração econômico e diplomática deve prevalecer sobre diferença ideológico entre ose governos.
Para ele, ampliar a coordenação entre ose passes do bloco é essencial para enfrentar desafio comuns e aumentar o peso da América do Sul nas negociações internacionais.
Cúpula reforça agenda de expansão internacional
A reunião de chefes de Estado no Paraguai ocorre em um momento em que o Mercosul busca ampliar sua presença no comércio global e diversificar suas parceria econômicas.
Além dos debates sobre integração regional, ose lideres do bloco discutem mecanismo para fortalecer a cooperação política, facilitar investimentos e acelerar negociações com novos parceiro internacionais.
Com a abertura das tratativa com o Japão e a perspectiva de futuras negociações com a China, o Mercosul sinaliza uma estratégia voltada à ampliação de mercados e ao fortalecimento de sua atuação no cenário econômico mundial.
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TV Cenário
