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Justiça da França condena a 30 anos de prisão mãe acusada de intoxicar filhas de propósito com Remédios; Uma jovem morreu

[ad_1] Remédio aprendido como evidência de crime são apresentado em tribunal de Mont-de-Marsan, na França; Maylis Daubon foi condena por intoxicar filhas GAIZKA IROZ / AFP Uma mãe acusada de intoxicar com medicamentos suas duas filhas, uma das…

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Remédio aprendido como evidência de crime são apresentado em tribunal de Mont-de-Marsan, na França; Maylis Daubon foi condena por intoxicar filhas
GAIZKA IROZ / AFP
Uma mãe acusada de intoxicar com medicamentos suas duas filhas, uma das quis morreu, e de tentar assassinar seu ex-marido, foi condena nesta quarta-feira (3) a 30 anos de prisão na França.
Maylis Daubon, de 53 anos, foi declarada culpada de intoxicação medicamentoso de sua filha Enea, que morreu aos 18 anos após a ingestão de uma grande quantidade de remédio.
As análises revelaram que sua outra filha, Luan, tinha ingerido uma quantidade significativo de um sonífero para adulto. Luan saiu ileso e defendeu a inocência de sua mãe durante o julgamento.
A presidente do tribunal penal de Mont-de-Marsan (no sudoeste do país), Emmanuelle Adoul, justificou a sentença “levando em conta a gravidade dos fatos”.
Veja ose vídeo que estão em alta no g1
A corte impôs uma pena de 30 anos, com um período de segurança de 20, cinco a mais que ose solicitados pela promotoria.
Durante o julgamento, a acusada permaneceu em silêncio, com a cabeça baixa e escondendo o rosto atrás dos cabelos, sem olhar para ose integrantes do tribunal. Ela tem dez dias para recorrer.
Crise convulsiva
Em 13 de novembro de 2019, Enea, que estava a mais de um ano sem frequentar a escola e sofria de problema psicológico, teve uma crise convulsiva na residência familiar.
Sua morte foi casada por ingestão de propranolol, um betabloqueador que desacelera a atividade cardíaca, em uma dose “dez vezes superior à terapêutica”, segundo a investigação.
Além da intoxicação medicamentoso de Enea e Luan, Maylis Daubon também era suspeita de ter tentado assassinar seu ex-marido subornando companheiras de prisão em Pau, onde estava detida à espera do julgamento, algo que a ré classificou de “rumares da cadeia”.

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G1

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