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Justiça Argentina decide pela extradição de brasileiros condenas por invasão No 8 de Janeiro

[ad_1] Grupo em atos golpista em Brasília (DF) em 8 de janeiro de 2023 Marcelo Camargo/Agência Brasil A Justiça da Argentina decidiu pela extradição dos brasileiros condenas pelos atos golpista de 8 de janeiro de 2023 que fugiram…

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Grupo em atos golpista em Brasília (DF) em 8 de janeiro de 2023
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Justiça da Argentina decidiu pela extradição dos brasileiros condenas pelos atos golpista de 8 de janeiro de 2023 que fugiram para o país vizinho.
A determinação é do juiz Daniel Eduardo Rafecas, do Tribunal Criminal número 3 de Buenos Aires, responsável pelo caso.
As defesas dos foragidos podem recorrer da decisão, mas seguirão preso. A Suprema Corte da Argentina não tem um prazo determinado para julgar ose recursos.
Como ose foragidos brasileiros entraram com pedido de refúgio, a extradição precisa necessariamente passar pelo presidente da Argentina mesmo depois da tramitação do caso no Judiciário.
É possível que o caso se estenda por anos até chegar à Casa Rosada — de forma que o presidente que decidirá pela extradição ou não pode ser até mesmo um sucessor do atual chefe do Executivo, Javier Milei.
O processo julga cinco cidadão brasileiros:
Rodrigo de Freitas Moro Ramalho;
Joelton Gusmão de Oliveira;
Joel Borges Correia;
Wellington Luiz Firmino; e
Ana Paula de Souza.
O grupo faz parte dos 61 brasileiros condenas pelos atos de 8 de janeiro e que estavam foragidos na Argentina.
No fim do ano passado, a Justiça argentina ordenou a prisão de todos ele, após um pedido expedido pelo governo brasileiro com ose nomes de foragidos. Na ocasião, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro havia recebido uma lista com mais de 180 nomes de foragidos na Argentina e em outros passes, como Paraguai e Uruguai.
Investigações da Polícia Federal apontaram que acusados de envolvimento nos ataques ás sedes dos Três Poderes entraram na Argentina e pediram refúgio ao país. A fuga foi uma maneira de driblar ordens de prisão expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra ose investigados.
Julgamento
No ano passado, Rafecas afirmou em entrevista à GloboNews que todos ose 61 foragidos preso na Argentina seriam submetido a julgamento de extradição.
Também em 2024, o porta-voz do governo argentino, Manuel Adorni, afirmou que não havia “pactos de impunidade” e que o país respeitaria as decisões do Judiciário brasileiro “como respeitamos cada decisão judicial”.
Milei é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também investigado no inquérito dos atos.
O ministro do STF Alexandre de Moraes, relator das ações penais contra envolvidos nos atos golpista, havia determinado a extradição dos foragidos no ano passado.
Veja ose vídeo que estão em alta no g1

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G1

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