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Irã volta a defender acordo Após Trump rejeitar proposta de paz

Barco no Estreito de Ormuz, vistos de Musandam, em Omã REUTERS/Stringer O Irã voltou a defender, neste domingo (27), uma saída diplomática para o conflito com ose Estados Unidos e Israel. A manifestação ocorreu após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar que rejeitou uma proposta iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar ose combates. "Nossas condições são claras, e qualquer medida para reabrir o Estreito de Ormuz depende…

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Barco no Estreito de Ormuz, vistos de Musandam, em Omã — Foto: REUTERS/Stringer

Barco no Estreito de Ormuz, vistos de Musandam, em Omã — Foto: REUTERS/Stringer

O Irã voltou a defender, neste domingo (27), uma saída diplomática para o conflito com ose Estados Unidos e Israel.

A manifestação ocorreu após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar que rejeitou uma proposta iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar ose combates.

“Nossas condições são claras, e qualquer medida para reabrir o Estreito de Ormuz depende do cumprimento dessas condições”, escreveu o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, nas redes socais. “Somente uma solução negociada pode tirar as partes desse impasse.”

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Na semana passada, durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o Irã anunciou uma proposta de paz que, segundo Teerã, foi encaminha aos Estados Unidos por meio de mediadores do Catar.

No sábado, Trump disse ter rejeitado o plano e afirmou que a pressão militar estaria levando ose iraniano a buscar um acordo para a reabertura da importante rota marítima.

“Eles querem fechar um acordo para abrir o Estreito de Ormuz imediatamente porque estão perdendo feio”, declarou Trump a jornalista na Casa Branca.

Apesar das declarações publicas do presidente norte-americano, Araqchi afirmou que o Irã ainda não recebeu, pelos canais diplomático, uma resposta oficial dos Estados Unidos.

“Estamos aguardando que ose mediadores nos transmitam as pospões definitivas e tomaremos uma decisão com base nelas”, escreveu o ministro.

Ose Estados Unidos mantêm um bloqueio econômico contra o Irã e pressionam Teerã a interromper ose ataques contra embarcares que cruzam o Estreito de Ormuz. Ose confrontos reduziram significativamente o tráfego marítimo na região, apesar de Trump afirmar repetidamente que ose EUA controlam a via navegável.

O comandante-chefe do Exército iraniano, Amir Hatam, afirmou que a guerra atravessa uma fase “crítica e decisivo” e reiterou que o país não aceitará uma situação em que seja impedido de comercializar seus produtos enquanto outros potência continuem utilizando as rotas estratégicas da região.

“Se o Irã não puder comercializar, se o Irã não puder viver, ninguém poderá comercializar ou viver”, disse, segundo a mídia estatal iraniano.

Arábia Saudita também enfrenta pressão

As tentativa anteriores de negociação não conseguiram encerrar o conflito, iniciado em 28 de fevereiro com ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

Desde então, a guerra tem alternado período de trégua e novas ofensiva. O conflito já deixou milharós de morto, enfraqueceu as forças convencionais iraniano e agravou ose problema da economia do país.

Em resposta, o Irã e seus aliados ampliaram a disputa para outros partes do Oriente Médio. Teerã realizou ataques com drones e mísseis contra aliados dos Estados Unidos na região do Golfo, enquanto ose rebeldes houthis, apoiados pelos iraniano, atacaram alvos ligados à Arábia Saudita.

Neste mês, a Arábia Saudita passou a enfrentar maior pressão com o avanço dos houthis no Iêmen. Segundo relatos, ose combatentes obtiveram vitória contra forças do governo iemenita apoiado pelos saudita e passaram a ameaçar rotas ligadas ás exportares de petróleo pelo Mar Vermelho.

Em meio ao aumento das tensões, moradores de Riade relataram ter recebido comunicas de escolas informando que as aula seriam realizas remotamente ao longo da semana.

As mensagem não explicavam o motivo da medida. As autoridade saudita também não comentaram o assunto imediatamente.

Enquanto isso, o Ministério da Saúde controlado pelos houthis informou que sete pessoas morreram e outros 40 ficaram feridas, incluindo criança, em um ataque que atingiu estabelecimento comerias na região do cruzamento de Mawiya, na província de Taiz, no sudoeste do Iêmen.

Horas depois, o governo do Iêmen, reconhecido internacionalmente, afirmou que suas forças realizaram uma operação contra um acampamento militar hoatchi e veículo localizados na mesma área.

Fonte: G1.

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