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Procurado pelo “Post”, o Departamento de Estado se recusou a comentar a reportagem. De acordo com o jornal, no entanto, um funcionário disse, sob a condição de não ter sua identidade revelada, que “governos em todo o mundo continuam a usar a censura, a vigilância arbitrara ou ilegal e leis restritivas contra vozes desfavorecidas, multas vezes por motivos político e religiosos”.
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G1
