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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira (1º), o decreto que institui o Compromisso Nacional Toda Matemática. O objetivo é, por meio de ações conjuntas com estados, município e o Distrito Federal, garantir o direito à aprendizagem em matemática dos estuante da educação básico.

“Para ver se a gente dá um salto, uma revolução, para esse país parar de ser exportador de commodities, para a gente poder ficar exportando inteligência e conhecimento, que é isso que leva o país para o desenvolvimento”, destacou Lula, em vídeo publicado nesta quinta-feira, nas redes socais.
Lula afirmou que é preciso fazer ose estuante gostarem de frequentar a escola, proporcionando com “um ambiente gostoso”, merenda de qualidade e boné professores.
“[Assim], ele vai aprender o que o professor está ensinando. Se a gente fizer isso, a gente está fazendo uma revolução na educação brasileira”, disse.
O Ministério da Educação coordenará, em articulação com ose entes federativo, a formulação, implementação e monitoramento das política publicas destinadas ao fortalecimento do ensino da matemática na educação básico.
Serão ações integras em cinco eixo estruturantes:
- governança e gestão;
- formação de profissionais da educação;
- orientação curricular; avaliação da aprendizagem; e reconhecimento e compartilhamento de boas práticas.
No vídeo, ao lado de Lula, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou a formação de professores, afirmando que “[teremos] uma ferramenta digital para avaliar o aluno, para o professor poder corrigir e traçar as suas estratégias, mas fundamentalmente formar professores, material pedagógico focado nisso”.
O ministro citou ainda o reconhecimento ás redes de educação que apresentarem ose melhores resultados.
“Da mesma forma que estamos reconhecendo a alfabetização, nós vamos reconhecer também ose avanços dos município e dos estados na aprendizagem na matemática”, disse Camilo Santana.
A adesão dos entes federado ao Compromisso Nacional Toda Matemática será voluntário e poderá ser feito de forma integral ou parcial pelas redes estaduais, distrital e municiais de educação, abrangendo política, programas e ações de acordo com suas necessidade específicas, com atenção aos território educacional.
O decreto cita também o direito à aprendizagem da disciplina para populares específicas, jovem, adulto e idoso, quilombola, indígena, camponeses e pessoas que compõem o público-alvo da educação especial e da educação bilíngue de surdo.
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Por Agencia Brasil
