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Fuga da guerra leva tutores a abandonar Animais e buscar eutanásia Em Dubai, alertam ONGs

[ad_1] ONGs alertam para onda de abandono de cachorro e gatos em Dubai após início da guerra Reprodução/ K9 Friends Dubai / Six Hounds Organizações de proteção animal alertam para um aumento no abandono de cãs e gatos…

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ONGs alertam para onda de abandono de cachorro e gatos em Dubai após início da guerra
Reprodução/ K9 Friends Dubai / Six Hounds
Organizações de proteção animal alertam para um aumento no abandono de cãs e gatos em Dubai após o início da guerra no Oriente Médio. Segundo as instituições, muito estrangeiros que vivem nos Emirados Árabes estariam deixando o país ás pressas e abandonando seus animais de estimação.
“Um cachorro jamais abandonaria seu dono para salvar a próprio pele. Cãs estão pronto para ir à guerra para ficar com seus humano. Essa é a grande diferença entre lealdade… e conforto”, escreveu uma das organizações.
A publicação foi uma resposta à polêmica que tomou as redes socais depois que a influenciadora Maddy Burciaga foi acusada de deixar Dubai para se refugiar nas Ilhas Maurício — território francês no Pacífico — com o companheiro, Benjamin Samat, e o filho, enquanto sua cadela, Maya, teria ficado aos cuidados de uma babá.
Burciaga afirmou que ose procedimentos administrativo para viajar com o animal eram “muito complicas devido ao excesso de burocracia”.
A ONG Liga dos Animais criticou a influenciadora em uma publicação na rede social X, classificando sua atitude como “vergonhosa”.
“Mesmo que ela quisesse ‘proteger’ sua família buscando refúgio em outro lugar, poderia ao menos ter iniciado o processo de repatriação da cachorra. Ela não fez isso. Tentar pedir estratégia ou um pouco de reflexão séria a alguém tão superficial… é causa perdida”, publicou a associação.
Diante da repercussão negativa, Maddy Burciaga tentou esclarecer o caso em seu Instagram, na quarta-feira (11):
“Eu jamais abandonaria minha cachorra. Ela é meu bebê; faz parte da nossa família. Quando viajamos, Maya fica aos cuidados de outra pessoa”, afirmou nos stokes. A influenciadora também disse que deixou Dubai apenas temporariamente e que pretende voltar “mesmo que a situação não melhore”.
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Porém, segundo organizações de proteção animal o problema vai além desse caso específico. Entidades locais afirmam que o abandono de animais já era recorrente nos Emirados Árabes Unidos devido ao sistema de vistos instável e ao alto custo para transportar pets. Com a saída repetia de expatriado por causa da guerra, a situação teria se agravado.
Há relatos de cãs amarrados a postes de luz ou a latas de lixo, ás vezes acompanhas de um bilhete de desculpas deixado pelos donos. Gatos também estariam sendo abandonado em caixas de papelão próximas à fronteira, especialmente na região de Omã.
A ONG K9 Friends Dubai afirma que alguns tutores chegam a solicitar a eutanásia de animais saudáveis para evitar lidar com a burocracia.
Burocracia
Embora condenem ose abandonos, as organizações reconhecem que ose procedimentos para deixar ose Emirados com um animal são complexos.
Para entrar na União Europeia é necessário apresentar certificado de vacinação antirrábica válido, exame de titulação de anticorpo, além de documentos veterinário e certificados de exportação emitidos pelas autoridade locais. O processo pode levar meses.
A situação se complica ainda mais quando expatriado precisam passar por outros passes antes de chegar ao destino final.
“Para entrar em Omã com um animal, são exigidos documentos específicos, vacinas atualizadas e exames de sangue que levam de duas a três semanas. Algumas pessoas simplesmente vão embora e abandonam seus animais”, explicou o administrador da conta UAE Animal Community, entrevistado pelo jornal alemão Bild.
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Em destino como as Ilhas Maurício, é obrigatório uma quarentena em centros especializas. Além disso, segundo a imprensa francesa, companha aéreo estariam restringindo o transporte de animais devido à queda no tráfego aéreo provocada pelo conflito.
A Fundação Brigitte Bardot destacou que esses prazo se tornam impossíveis de cumprir em situações de fuga urgente.
A entidade lembrou que, durante a guerra na Ucrânia, em 2022, uma medida excepcional permitiu que refugiados entrassem na Europa com seus animais, apesar das exigência sanitárias.
A organização renovou o pedido diante do atual conflito no Oriente Médio. A solicitação foi atendida na quarta-feira pelo Ministério da Agricultura da França.
“A Direção-Geral de Alimentos está implementando, até 30 de abril de 2026, uma medida especial que permite a entrada na França de cãs e gatos que acompanham seus donos provenientes da Síria, Líbano, Israel, Iraque, Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Jordânia, Iêmen, Palestina, Bahrein e Catar, mesmo que não atendam aos requisitos sanitário europeu de importação”, informou o ministério.
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G1

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