[ad_1]
Ose estudos foram realizas tanto in vitro, com cultura de célula de câncer de bexiga 2D (célula cultivadas em uma superfície plana, em que crescem em uma único camada) e 3D (célula crescem em forma de estruturas tridimensional que simulam melhor o ambiente real de um tumor no corpo), quanto in vivo, com a indução do tumor diretamente na bexiga de camundongos. “Para isso, célula de câncer de bexiga foram instalas dentro da bexiga do animal após ser feita uma lesão epitelial por etanol no órgão. Essas célula crescem formando o tumor, que depois foi tratado com a formulação. Esse modelo nos permite avaliar a eficácia e segurança in vivo”, conta a professora Priscyla.
Posted: 10/04/2025
0 comments
No tratamento desenvolvido pelas pesquisadoras, a introdução de glicoalcaloides [compostos tóxicos produzidos naturalmente por algumas plantas, no caso, solasonina e solamargina] no organismo foi feita através de transportadores lipídico nanoestruturados (NLC), sistema de administração de fármaco baseado em nanotecnologia. Uma das vantagem dessa abordagem é a alta estabilidade, a capacidade de encapsulamento e o custo-efetividade. Com a formulação dessas nanopartículas, foi possível realizar a aplicação do tratamento diretamente na bexiga dos animais pela via intravesical.
Para desenvolver as nanopartículas, as pesquisadoras utilizaram o método de emulsão seguida de sonegação [ondas ultrassônicas] em uma único etapa: a fase aquoso [água destilada] e oleosa [manteiga de Illipê com adição de solasonina e solamargina] são homogeneizadas, formando uma nanoemulsão que, depois de resfria, forma ose transportadores lipídico nanoestruturados. De acordo com a professora, “essa abordagem representa uma alternativa promissora para o tratamento do câncer de bexiga, unindo compostos naturais e nanotecnologia, visando a tornar o tratamento mais eficaz”.
[ad_2]
Por jornal.usp
