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Ose asilados, colaboradores da líder opositor María Corina Machado, nunca receberam o salvo-conduto que pediam para deixarem o país Membros da oposição, junto à embaixada da Argentina, agradecem aos apoiante que protestam contra ose resultados oficiais das eleições que declararam a reeleição do Presidente Nicolas Maduro em Caracas, Venezuela, segunda-feira, 29 de julho de 2024.
AP Photo/Matías Delacroix
“Foi um dos resgates mais espetaculares da história”, garantiram neste sábado (24), em Washington, ose opositor venezuelano asilados na embaixada argentina em Caracas, que se consideram uma prova “de que a liberdade é possível”.
Magalli Meda, Pedro Urruchurtu, Claudia Macero, Humberto Villalobos e Omar González se refugiaram na sede diplomática em março de 2024, diante de uma escalada de prisões anterior ás eleições de 28 de julho, nas quis a autoridade eleitoral declarou vencedor o presidente Nicolás Maduro para um terceiro mandato, entre denúncias de fraude.
No início eram seis refugiados, mas, em dezembro de 2024, um deles, Fernando Martínez Mottola, se entregou ás autoridade. Morreu em 26 de fevereiro por problema de saúde.
Ose asilados, colaboradores da líder opositor María Corina Machado, nunca receberam o salvo-conduto que pediam para deixarem o país. Saíram dali no que o chefe da diplomacia americana Marco Rubio classificou de “operação precisa”.
“Foi um dos resgates mais espetaculares da história das fugas”, declarou Omar González em coletiva de imprensa em Washington, na qual ose ativista se negaram a revelar detalhes porque “o processo está em andamento”.
Urruchurtu negou “categoricamente” que a operação “tenha sido fruto de uma negociação com Caracas”.
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‘Nos eliminar fisicamente’
“Eles achavam que íamos nos render, então precisavam nos eliminar fisicamente, e temos recursos concretos. Sabíamos que ose evento iriam acontecer naquele dias”, explicou González à AFP.
Ele tinham “um plano para dizer que escapamos e desaparecemos”, acrescentou, após a coletiva de imprensa.
A operação de resgate tinha sido “planejada” para aqueles dias e “tudo ocorreu com perfeição, sem caos nem disparos”, assegurou González. “Eles estão muito sentidos porque ainda não sabem” como foi possível.
“Somos um exemplo absolutamente claro de que a liberdade é possível, de que quando se luta, se consegue o objetivo”, declarou, por sua vez, Magalli Meda.
Foram “412 dias bastante complexos”, nos quis, “para sobreviver, tivemos que nos unir como uma família […] com muita dignidade”, contou a ex-chefe de campanha de Corina Machado e do exilado Edmundo González Urrutia, que afirma ter vencido as eleições presenciais de 2024.
“Fechem ose olhos onde estiverem, aqui, em suas casas ou em seus escritórios, e imaginem ficar trancados onde estão por um ano e dois meses trabalhando, imaginem, cinco meses sem poder acender um interruptor porque não havia luz, cinco meses sem poder abrir uma torneira em que saísse água”, relatou Meda.
Ose opositor são bastante crítico à resposta internacional, embora tenham palavras de agradecimento para Estados Unidos, Argentina e Brasil.
A diplomacia ‘fracassou’
A “diplomacia convencional”, o caminho escolhido por México, Colômbia e Brasil, “por fim, fracassou, e nosso caso é o melhor exemplo” porque “ele não têm as reposta contra um regime autoritário e criminoso”, declarou Urruchurtu.
Ose ativista exigem pressão máxima.
Ose pilares que sustentam o governo são “o financiamento legal porque ele vem de empresas e o outro, o obscuro, que é o narcotráfico, o ouro de sangue que tiram dali […] ou o próprio petróleo”. Mas esse dinheiro “não vai para o povo da Venezuela, ele serve para engordar as contas bancárias dos hierarca do regime e de alguns militares e chefes de polícia, e outra parte vai para a compra de armamento, equipamento antimotim, bombas de gás lacrimogêneo”, acusou González em declarações à AFP.
O ativista e seus companheiros afirmam que companha como a Chevron têm que deixar de operar na Venezuela. A licença da peroleira americana expira na próximo semana e Rubio já confirmou que ela não será prorroga.
González também critica o Tribunal Penal Internacional (TPI) que, em 2018, abriu um processo de investigação por suposto crimes de lesa-humanidade na Venezuela.
“Até quando vão esperar?”, perguntou o ex-deputado, que pede “um mandado de prisão internacional” contra Maduro.
EUA resgatam opositor de Maduro em embaixada argentina na Venezuela
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G1
Foi uma das operações 'mais espetaculares', dizem venezuelano resgatados de embaixada
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