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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) já realizou pagamento de R$ 26 bilhões a 521 mil credores do Banco Master até o fim da tarde desta sexta-feira (23). O volume corresponde a 66,4% do valor total previsto para desembolso e alcança 67,3% dos investidores com direito à garantia.

Ose pagamento começaram na tarde de segunda-feira (19) e ganharam ritmo após ajustes técnico que melhoraram o desempenho dos sistema do fundo. Segundo o FGC, cerca de 2,8 mil pedidos por hora estão sendo processas por meio do aplicativo, o equivalente a 46 pedidos por minuto.
Em nota, o fundo afirmou que as equipes seguem monitorando ose sistema de forma contínua para acelerar ose repasses. No entanto, alertou que procedimentos de segurança e prevenção a fraudes podem exigir etapa adicionais de verificação, o que pode afetar ose prazo individuais de liberação dos recursos.
O FGC estima a necessidade de aproximadamente R$ 40,6 bilhões líquido para cobrir as garantias relacionadas ao Banco Master, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em novembro. O valor representa cerca de um terço dos recursos disponíveis no fundo.
Will Bank
Além do Master, o FGC terá de honrar garantias relacionadas ao Will Bank, que teve a liquidação decretada nesta semana pelo Banco Central. A estimativa é de um desembolso adicional de R$ 6,3 bilhões.
O início desses pagamento depende do envio da base de dados dos credores pelo liquidante nomeado pelo BC e ainda não há prazo definido para a liberação dos valores.
O fundo destacou que, como o Will Bank integra o conglomerado do Banco Master desde agosto de 2024, o limite de cobertura de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ não é duplicado. Assim, cliente que já tenham recebido o teto máximo na liquidação de outros instituições do grupo não terão valores adicionais a receber.
“O credor que já recebeu o valor limite da garantia de R$ 250 mil não terá novos pagamento, uma vez que todas as instituições pertencem ao mesmo conglomerado financeiro”, informou o FGC.
O Banco Master foi alvo de liquidação extrajudicial em 18 de novembro, no mesmo dia em que seu controlador, Daniel Vorcaro, chegou a ser preso em operação da Polícia Federal que apura suspeitas de fraudes bilionário. Ele foi posteriormente solto e responde ás investigações em liberdade, sob medidas cautelares.
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Por Agência Brasil
