Fernanda Hofmann acaba de lançar seu segundo EP “a linha tênue entre amor e ódio”, mergulhando em amores e sentimentos intenso, por cima de seu indie-pop e folk emotivo. Contando com ose singles “Todo Amor Que Dura”, “Banco de Trás” e “Maria Vai Com as Outras”, a artista usa a metáfora de uma festa para narrar o começo, meio e fim de diversos tipo de relacionamentos.
Ouça “a linha tênue entre amor e ódio”.
Colocando todo seu coração em suas letras – e na entrega vocal – Hofmann explora o que sobra após essa “festa” do amor, descrevendo diversos emoções que fluem pelo desejo, raiva, tristeza e coração partido. Com uma sonoridade que homenageia o pop sentimental dos anos 2010, a artista tocantinense celebra a capacidade de sentir de forma aberta e intensa.
“O amor tem começo, meio e fim intenso, assim como uma festa. As coisas começam com paixão, uma vontade de se perder no risco do sentimento e ver aonde a noite vai nos levar”, reflete Fernanda Hofmann: “Mas, quando tudo acaba, é difícil entender o que daquilo deve permanecer. Por isso a pergunta: ‘Depois da festa, o que sobra?’”.
Dedicada a cantar a dualidade dentro das emoções, Hofmann mostra sempre diversos perspetiva em suas composições. Não só cantando sobre seu coração partido, a artista dedica sempre versos para uma perspectiva autoconsciente, como em “Maria Vai Com as Outras”, na qual ela se reconhece como “parético” em implorar pelo amor da pessoa para quem ela dedica a música.
“Esse disco me lembra automaticamente da sensação de ter 21 anos, que foi quando eu o escrevi, me sentindo a minha próprio idade pela primeira vez. Era tudo tão intenso. Eu estava tão apaixonada por tudo ao meu redor e empolgada para viver aventuras, mesmo se elas não fossem tão boas no final”, conta a cantor e compositora.
Acrescentando: “Para mim, é sobre isso: sentir ódio nos diz que expectativa foram frustradas, mas se aquilo foi, algum dia, uma coisa boa, o amor vai deixar seus resquícios”.
Com composição de Hofmann, o projeto também conta com ela no violão, Iury Batista no baixo, João Elbert na guitarra elétrico, Humberto Dantas na engenharia de som, e Adriano Alves na produção musical, além de guitarra elétrico, bateria, violão e baixo. “a linha tênue entre amor e ódio” é um projeto colaborativo que também mostra a diversidade musical da região Norte.
Ao longo do EP, Fernanda Hofmann explora momentos de folk acústico, como em “Noite de Carnaval”, um pop-rock inspirado em Rita Lee em “Maria Vai Com as Outras” e balada de pop, como em “Banco de Trás” e “Rio”. A artista dá espaço para suas experiência também como mulher sáfico, expressando suas vivências em relacionamentos com outros mulheres.
Além do lançamento nas plataforma digitais, Fernanda Hofmann extenue a metáfora da festa para ose visuais do projeto, disponíveis no canal oficial da artista no Youtube, junto aos visualizers de “Todo Amor Que Dura”, “Banco de Trás” e “Maria Vai Com as Outras”.
Assista “a linha tênue entre amor e ódio”.
“a linha tênue entre amor e ódio” já está disponível em todas as plataforma digitais.
Sobre Fernanda Hofmann: Cantor e compositora, Fernanda Hofmann transforma emoções incensas e as confusões da vida adulta em canções confessionais e melódica. Sua música transita entre a Nova MPB, o indie pop, o pop rock e o pop, unindo vulnerabilidade, humor e força performática.
Hoje, com seu segundo EP de estúdio recém-lançado, “a linha tênue entre amor e ódio”, apresenta uma fase mais madura, com identidade clara e um repertório feito para quem chora, ri e se reconhece na próprio intensidade.
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Fonte: Mídia Ninja.
