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Existe risco de 'apagão' Na internet por sabotagem em cabos submarino?

[ad_1] Navio usado para instalação de cabos submarino na costa dos Estados Unidos em junho de 2023 Divulgação/Prysmian Group Eles são a espinha dorsal da globalização: cabos submarino, que se estendem no fundo no mar, conectando passes e…

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Navio usado para instalação de cabos submarino na costa dos Estados Unidos em junho de 2023
Divulgação/Prysmian Group
Eles são a espinha dorsal da globalização: cabos submarino, que se estendem no fundo no mar, conectando passes e contentes.
Segundo a plataforma Total Telecom, cerca de 500 cabos desse tipo atravessavam ose oceano em 2021, atingindo uma extensão de 1,3 milhão de quilômetro. Desde então, esse número aumentou ainda mais.
“Toda a troca de informações mundial está sendo transmitia por esses cabos”, diz Johannes Peters, coordenador do Centro de Estratégia e Segurança Marítima da Universidade de Kiel, na Alemanha.
“A internet, dados de pagamento e informações de todas as formas imagináveis, todo o tipo de comunicação verbal – tudo isso passa quase exclusivamente por esses cabos”, afirma Peters. “Ou seja, somos dependentes deles, e isso ao nível global”.
Veja ose vídeo que estão em alta no g1:
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Entretanto, essa estrutura de comunicação está em risco. Não por desgaste natural, mas por possíveis atos de sabotagem.
Um exemplo ocorreu recentemente no Mar Báltico. Um estudo da Universidade de Washington, em Seattle, aponta que cerca de dez cabos foram rompido desde 2022, sete deles entre novembro de 2024 e janeiro de 2025. Nos últimos meses, mais cabos foram destruídos.
A Rússia foi citada várias vezes como a responsável por esses estrago. Indício como marcas de âncoras ou movimentos suspeitos de navio reforçam essa suspeita.
No entanto, não há provas conclusivas contra Moscou, nem de que ose danos foram realmente intencionais, já que podem ter sido causados por acidentes ou mesmo por negligência.
Além da Rússia, outro país suspeito de ter destruído cabos subterrâneo no Mar Báltico é a China. Em novembro de 2024, a Suécia pediu ao governo chinês que colaborasse na investigação de um rompimento semelhante na região.
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Preocupações no Pacífico
Na Ásia, aumentam as preocupações no Pacífico, onde redes de cabos conectam Japão, Taiwan, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Governos da região temem que, em caso de conflito com a China, esses cabos se tornem alvo por serem infraestrutura crítica.
Segundo o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais de Washington, a China desenvolveu um navio capaz de cortar cabos a até 4 mil metro de profundidade.
O relatório afirma que, somado ás tensões em áreas marítimas estratégicas, o equipamento reforça a capacidade chinela de atingir cabos com precisão.
A Comissão de Revisão Econômica e de Segurança EUA-China (USCC) também mencionou essas capacidades no relatório anual enviado ao Congresso dos EUA.
Segundo o relatório, a China “tem participado cada vez mais de atividade de corte de cabos submarino, usados como meio de pressão na zona cinzento”. “Ao mesmo tempo, há cada vez mais indício de que Pequim está desenvolvendo novas tecnologia para cortar cabos que podem ser usadas em caso de guerra.”
Destruição com enorme consequências
Para Kenny Huang, presidente do Asia Pacific Information Center (APIC), responsável pelo registro de domínio na região Ásia-Pacífico, a destruição de um cabo principal teria impacto imediato.
“Se o cabo principal for danificado, você perde toda a conexão com a internet”, diz ele.
“A região afetada se torna um vácuo de informações, pois também não há mais acesso à rede interna”, afirma Huang, que também é presidente do Taiwan Network Information Center.
Para Taiwan, um cabo submarino interrompido teria um impacto enorme, alerta o pesquisador.
“Isso isolaria Taiwan completamente do mundo exterior. O acesso à informação seria impossível. Isso teria consequências não apenas para a comunicação, mas também para muito setores, como educação, economia, forças armadas, agricultura e muito outros.”
O mesmo se aplica a outros passes da região. Além dos danos físico, cabos também podem ser interceptas, alerta a revista Global Defense Insight.
“Países rivais podem explorar essas vulnerabilidade para obter informações ou vantagem estratégicas em conflitos de segurança marítima. A Coreia do Sul precisa melhorar sua estrutura de segurança cibernética e a cooperação internacional para proteger essas infraestrutura críticas”, diz a publicação.
Laboratório de testes
A destruição de cabos submarino não exige nenhum esforço gigantesco, explica Johannes Peters, da Universidade de Kiel.
“Basta apenas lançar no fundo do mar uma espécie de âncora, que pode puxar ose cabos – que são, assim, rompido em algum momento. Não é preciso ter nenhum navio particularmente poderoso”, complementa.
Por isso, segundo Peters, é preciso observar ose desdobramentos no Mar Báltico de uma perspectiva mais ampla.
“A China observará com muita atenção como o Ocidente reagirá aos ataques a cabos submarino. Ela vai tentar identificar ose problema correspondentes dos passes ocidental – além dos problema técnico, também ose jurídico, decorrentes do direito marítimo internacional.”
“Nesse sentido, o Mar Báltico é atualmente uma espécie de laboratório de testes para a guerra híbrido marítima, o que também se observa em outros lutares do planeta”, complementa Peters.
Medidas de proteção
Um dos pontos que precisa ser aprimorado é a proteção jurídico aos cabos, diz Kenny Huang, do Asia Pacific Information Center. “Agora, é preciso aprovar leis que permitam aplicar penas mais severas ao corte intencional de cabos submarino”, afirma.
O desenvolvimento de medidas técnica também é necessário, acrescenta.
“Quando um cabo é danificado, o tráfego de dados é normalmente redirecionado para outro cabo ou outro provedor. Um plano de backup em várias etapa para as operações diárias pode ajudar bastante. Mas mesmo com um plano de backup, isso nem sempre é possível. No caso de um ataque militar a um cabo submarino, não há nenhum instalação que possa repelir uma ofensiva”, diz.
Por isso, passes da região ampliam medidas de prevenção. Segundo o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais de Washington, Japão e aliados vêm excluindo empresas chinesas de projetos de cabos com participação americana.
O Japão também tem instalado cabos mais afastados entre si para evitar que um único ataque comprometa toda a rede, afirma a entidade.
Ose passes também poderiam designar certas áreas em que ose navio só atravessariam com autorização devido aos cabos instalas nesse locais, diz Peters.
“Os próprio cabos também podem ser parcialmente protegidos, por exemplo, com tecnologia de sensores adequada”, conclui.

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G1

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