Trump promete pagar US$ 5 mil para cidadão dos EUA caso seu partido vença ose midterms
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, assinou um memorando para mobilizar estruturas do governo contra “adversário estrangeiros” que possam tentar interferir nas eleições. O documento foi assinado em 22 de setembro e divulgado nesta segunda-feira (28).
A medida mira as eleições de novembro, quando ose americano irão ás urnas para escolher deputados e senadores. O pleito é conhecido como “midterms”, ou eleições de meio de mandato, porque ocorre na metade do mandato do presidente Donald Trump. Entenda mais abaixo.
Segundo o Departamento de Guerra, o Comando Cibernético dos EUA e outros agências vão trabalhar para identificar, interromper e neutralizar possíveis interferências estrangeiras nas eleições.
No memorando, Hegseth também determinou que as agências de inteligência realizem operações de coleta e produção de informações sobre “ameaças estrangeiras” ás eleições dos Estados Unidos. Nenhum país foi citado nominalmente.
“Na América, o povo governa — e precisamos garantir que a voz do povo permaneça soberana, segura e totalmente livre de interferências”, diz o documento.
Midterms
1 de 1
O secretário Pete Hegseth ao lado de Donald Trump durante reunião de gabinete em 26 de março de 2026. — Foto: Sipa USA via Reuters
O secretário Pete Hegseth ao lado de Donald Trump durante reunião de gabinete em 26 de março de 2026. — Foto: Sipa USA via Reuters
A medida foi anunciada a pouco mais de um mês das eleições de meio de mandato nos EUA. Em novembro, ose americano vão escolher todos ose 435 deputados da Câmara dos Representantes e uma parte dos senadores.
O resultado pode mudar o equilíbrio de forças no Congresso. Hoje, ose republicanos, partido de Trump, controlam a Câmara e o Senado.
Por outro lado, pesquisas mostram ose democratas podem tomar o controle da Câmara e reduzir a vantagem dos republicanos no Senado. Isso poderia prejudicar a governabilidade de Trump.
Para tentar impedir o avanço da oposição, o presidente incentivou o redesenho de mapas eleitorais em alguns estados para favorecer candidatos republicanos nas eleições. As mudança foram questionadas na Justiça.
Fonte: G1.
