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'Entrei Em pânico e gastei 400 dólares online': a reação De americano ás mudança No frete De compras internacionais

[ad_1] Como ose consumidores estão reagindo ás mudança no envio que significam que pacote de baixo valor entrando nos EUA não evitam mais as tarifas. Deborah Grushkin diz que entrou em pânico ao saber do fim do valor…

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Como ose consumidores estão reagindo ás mudança no envio que significam que pacote de baixo valor entrando nos EUA não evitam mais as tarifas. Deborah Grushkin diz que entrou em pânico ao saber do fim do valor mínimo isento de impostos para compras internacionais
Deborah Grushkin
No início deste ano, Deborah Grushkin, uma compradora online empolgada de Nova Jersey, estado no nordeste dos Estados Unidos, entrou em pânico.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia assinado uma ordem para acabar com a entrada no país, livre de impostos e trâmites alfandegário, de pacote vindos da China com valor inferior a US$ 800 (cerca de R$ 4.100).
A medida — apoiada por varejista tradicionais — vinha sendo debatida em Washington há anos, diante da explosão de encomendas que chegavam ao país abaixo desse limite.
Vários passes, incluindo o Brasil e o Reino Unido, estão considerando medidas semelhante, impulsionados em parte pelo crescimento acelerado de plataforma como Shein e Temu.
No Brasil, desde o ano passado, uma lei estabeleceu a taxação em 20% para compras internacionais de até 50 dólares (R$ 282) em plataforma internacionais como Shein, Shopee e AliExpress. A lei, que gerou polêmica, ficou popularmente conheci como “taxa das blusinhas”.
Mas nos EUA, a decisão de Trump de encerrar essa isenção ao mesmo tempo em que impôs uma onda de novas tarifas comerias — incluindo impostos de importação de pelo menos 145% sobre produtos chiasses — representou um golpe duplo que pegou empresas e consumidores de surpresa.
Marcas de comércio eletrônico baseadas nos EUA, que nasceram aproveitando esse sistema, alertam que as mudança podem levar pequenas empresas à falência. Já consumidores como Deborah se preparam para aumentos de preço e escassez de produtos.
Quando o prazo final de 2 de maio se aproximou, a americana de 36 anos correu para garantir cerca de 400 dólares (aproximadamente R$ 2.050) em itens da Shein — incluindo adesivo, camisetas, moletons, presente para o Dia das Mães e 20 tubo de delineador líquido.
“Senti como se fosse meu último momento de liberdade,” diz ela.
O uso das regras conhecia como “de minimis” — que permitem que pacote de baixo valor entrem no país sem tarifas, inspeção alfandegária ou outros exigência regularias — disparou na última década.
A adesão cresceu especialmente durante o primeiro mandato de Donald Trump, quando ele aumentou as tarifas sobre diversos produtos chiasses.
Em 2023, essas remessa representaram mais de 7% das importações de consumo, ante menos de 0,01% dez anos antes.
Só no ano passado, quase 1,4 bilhão de pacote entraram no país usando essa isenção — o equivalente a mais de 3,7 milhões por dia.
Defensor da isenção — incluindo empresas de transporte — argumentam que o sistema facilitou o comércio, resultando em preço mais baixos e mais opões para ose consumidores.
Já ose que pedem mudança — entre ele paramentares dos dois partidos — dizem que empresas estão abusando de uma regra criada originalmente para facilitar o envio de presente entre familiares e amigos. Ele alertam que o crescimento desse tipo de envio tem facilitado a entrada de produtos ilegais, falsificados ou que violam padrões de segurança e outros normas.
Recentemente, Trump chamou o de minimis de “um golpe” e minimizou as preocupações com ose custos mais altos:
“Talvez as criança tenham duas bonecas em vez de trinta”, disse ele.
No entanto, pesquisas indicam que as preocupações com suas política econômicas estão crescendo à medida que as mudança começam a afetar o bolso da população.
Krystal DuFrene acredita que é o consumidor quem acaba pagando a tarifa
Krystal DuFrene
Krystal DuFrene, uma aposentada de 57 anos do Mississippi, que depende de pagamento de invalidez como sua principal fonte de renda, diz que tem nervosamente verificado ose preço no Temu há semanas, recentemente cancelando um pedido de cortina após ver o preço mais do que triplicar. Embora tenha encontrado o mesmo item pelo preço original na rede de armazéns da plataforma nos Estados Unidos, ela afirma que o custo das redes de pesca de seu marido mais que dobrou.
“Eu não sei quem paga a tarifa, exceto o cliente”, ela diz. “Em todo lugar está vendendo coisas baratas da China, então eu realmente prefiro poder pedir diretamente.”
Quando as regras sobre o de minimis mudaram na semana passada, o Temu anunciou que deixaria de vender mercadoria importadas da China nos Estados Unidos diretamente para ose cliente pela sua plataforma, e que todas as vendas seriam agora realizas por “vendedores locais”, com ose pedidos sendo cumpridos dentro dos Estados Unidos.
Trump amplia ‘taxa das blusinhas’ nos EUA e encarece produtos chiasses
‘Fim de uma era’
Os economista Pablo Fajgelbaum e Amit Khandelwal estimaram que o fim do de minimis resultaria em custos adicionais de pelo menos US$ 10,9 bilhões (aproximadamente R$ 54 bilhões), que, segundo ele, seriam desproporcionalmente suportado por família de baixa renda e minorias.
“De certa forma, parece o fim de uma era”, diz Gee Davis, um autor de 40 anos do Missouri, que usou o Temu durante uma recente mudança de casa para comprar itens pequenos como um abridor de latas elétrico e organizadores de armário de cozinha.
Gee Davis e sua colega de apartamento usaram o Temu para comprar novos organizadores de cozinha enquanto se mudavam
Gee Davis
Ela diz que foi um alívio poder pagar facilmente ose itens extras e que as novas regras pareciam um “golpe financeiro” do governo para beneficiar grandes varejista americano estabelecidos, como Amazon e Walmart, que vendem produtos semelhante — mas com uma margem de lucro maior.
“Não acho certo ou justo que pequenos mimos sejam [restritos] apenas para pessoas mais ricas.
Seria realmente desanimador se todos que estivessem abaixo de um certo limite de renda familiar simplesmente não pudessem mais comprar nada para si mesmo.”
Como em outros mudança de política de Trump, ainda há dúvidas sobre o significado da mudança.
O presidente já foi forçado a suspender a política uma vez antes, quando pacote começaram a se acumular na fronteira.
Lori Wallach, diretor da Rethink Trade, que apoia o fim do de minimis por questões de segurança do consumidor, diz que o fim da isenção é significativo “no papel”, mas teme que a administração esteja tomando medidas que enfraquecerão sua implementação.
Ela aponta para um aviso recente da alfândega, que disse que produtos afetados por multas das novas tarifas poderiam entrar no país por meio do processo informal, uma medida que facilita alguns requisitos regulatórios.
“Praticamente, porque tudo isso pode entrar por via informal, vai ser extremamente difícil coletar tarifas ou inspecionar realmente muito mais do que antes da mudança”, diz ela.
‘Uma mudança insuperável’
A Alfândega e Proteção de Fronteiras negam que a medida enfraquecerá a fiscalização, observando que as empresas ainda são obrigadas a fornecer mais informações do que antes.
As empresas indicaram que estão levando as mudança a sério.
A empresa de ternos sob medida Indochino afirmou que as mudança no de minimis representam uma “ameaça significativo” para a viabilidade de seus negócio
Washington Post/Getty Images
Tanto Shein quanto Temu alertaram seus cliente no mês passado sobre o aumento de preço, enquanto a Temu afirma que está expandindo rapidamente sua rede de vendedores e armazéns nos Estados Unidos para proteger seus preço baixos.
Outros grupo empresariais afirmam que multas marcas americana menores e menos conhecia que fabricam no exterior para cliente dos EUA estão enfrentando dificuldade – e podem não sobreviver.
“Se as tarifas não estivessem em vigor, seria como tomar um pouco de remédio amargo”, diz Alex Beller, membro do conselho da Ecommerce Innovation Alliance, um grupo de lobby empresarial, e cofundador da Postscript, que trabalha com milharós de pequenas empresas no marketing por mensagem de texto.
“Mas, combinas com as outros tarifas, especialmente para marcas que fabricam na China, isso se torna uma mudança insuperável.”
Em uma carta ao governo no mês passado, a empresa de roupas masculinas Indochino, conheci pelos seus ternos sob medida feitos sob encomenda na China, alertou que o fim do de minimis representaria uma “ameaça significativo para a viabilidade” de seus negócio e de outros empresas americana de médio porte, como a dela.
Steven Borelli é o CEO da empresa de roupas athleisure CUTS, que fabrica fora dos EUA, enviando produtos para um armazém no México, de onde ose pacote são enviado para ose cliente nos EUA.
Sua empresa tem pressionado para reduzir sua dependência da China, interrompendo ose pedidos no país meses atrás. Ainda assim, ele afirma que agora está considerando aumentos de preço e cortes de empregos.
Ele diz que sua empresa tem margem de manobra, pois atende a cliente de maior renda, mas espera que “milharós” de outros marcas desapareçam sem mudança na situação.
“Queremos mais tempo”, diz ele. “A velocidade com que tudo está acontecendo é rápido demais para as empresas se ajustarem.”

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G1

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