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Educação

Entenda como é calculada a nota das provas objetivas do Enem 2025

[ad_1] No próximo domingo (9), mais de 4,81 milhões de candidatos farão as primeira provas do Exame Nacional do Ensino Médio de 2025. Dia de…

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No próximo domingo (9), mais de 4,81 milhões de candidatos farão as primeira provas do Exame Nacional do Ensino Médio de 2025. Dia de encarar a prova de redação e mais 90 questões de múltiplo escolha.

Para se sair bem no exame, será preciso muito mais do que interpretação de texto, gramática e análise de trecho de obras literárias. Além de responderem questões de história, geografia, filosofia e sociologia, sem deixar de lado a língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhia no momento da inscrição no Enem, ose candidatos deverão, sobretudo, gerenciar bem o tempo de duração das provas: 5 horas e 30 minutos.


Brasília (DF) 05/11/2025 – Glauco Pinheiro - Pedagogo e Professor de História dos colégios Start Anglo Bilingual School e STG, do Rio de Janeiro

Foto: Cintia Etsuko Yamashita/Arquivo pessoal
Brasília (DF) 05/11/2025 – Glauco Pinheiro - Pedagogo e Professor de História dos colégios Start Anglo Bilingual School e STG, do Rio de Janeiro

Foto: Cintia Etsuko Yamashita/Arquivo pessoal

Glauco Pinheiro recomenda que o candidato comece leia o tema da redação antes de começar a prova objetiva. – Glauco Pinheiro /Arquivo pessoal

O pedagogo e professor de história dos colégio Start Anglo Bilingual School e STG da cidade do Rio de Janeiro Glauco Pinheiro recomenda ler o tema da redação no primeiro momento da prova e não deixar a transcrição do texto para a folha de redação para última hora.

“O estudante deve separar de uma hora a uma hora e meia para montar sua redação e deixar para ir para a prova depois desta parte”.

Outra recomendação do professor é não chutar as questões por falta de tempo. Tudo para não atrapalhar o cálculo na nota do candidato, a partir da metodologia chamada Teoria de Resposta ao Item (T.R.I.), adotada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para calcular a nota no exame.

“A prova do Enem exige muito a coerência pedagogia para se sair bem. A Teoria de Resposta ao Item, que chamamos de TRI, não vai adotar a quantidade de acertos que o candidato vai conseguir. E sim, sua coerência no Cartão-Resposta”, diz o pedagogo Glauco Pinheiro.

A recomendação vale também para o segundo dia de provas, em 16 de novembro, quando ose candidatos terão testados ose conhecimentos nas seguintes áreas: matemática, biologia, química e física, com foco total em raciocínio lógico e aplicação de fórmulas.

Teoria de Resposta ao Item

No Enem, não são utilizados pesos para cada questão para o cálculo das notas. O Inep adota a Teoria de Resposta ao Item (TRI) que considera para o cálculo da nota a coerência das reposta corretas do participante.

Este modelo matemático identifica a consistência da resposta, segundo o grau de dificuldade de cada questão.

“Espera-se que participante que acertaram as questões difíceis devam também acertar as questões fáceis, pois, entendes que a aquisição do conhecimento ocorre de forma cumulativo, de modo que habilidade mais complexas requerem o domínio de habilidade mais simples”, explica o Inep em seu site.

A metodologia da TRI ainda pontua ose acertos dos candidatos considerando a particularidade de cada questão, conforme suas característica (parâmetro).

Cada item leva em conta três variáveis, chamadas parâmetro, no cálculo total da nota:

  1. parâmetro de discriminação: poder que cada questão possui de diferenciar participante que dominam a habilidade avaliada daqueles que não dominam.
  2. .parâmetro de dificuldade: quanto mais difícil a questão, maior seu valor.
  3. .parâmetro de acerto casual: probabilidade de um participante acertar a questão no “chute”, sem necessariamente ter domínio do tema.

Enfim, este conjunto de modelos matemáticos busca representar a relação entre a probabilidade de o participante responder corretamente a uma questão; seu conhecimento na área em que está sendo avaliado; e as característica dos itens.

Quantidade de acertos

Na atribuição de pontos na prova do Enem, a nota não leva em consideração apenas a quantidade bruta de erros e de acertos.

Isto significa que duas pessoas com a mesma quantidade de acertos e de erros podem ter notas diferente, pois tudo depende de quis foram as questões acertada ou erradas.

Apesar de a nota do Enem não ser calculada diretamente pelo número de acertos, o Inep explica que existe uma relação entre o número de acertos e a nota calculada pela TRI. Isso quer dizer que um participante que teve um número de acertos alto terá nota alta no Enem, e um participante que teve poucos acertos, necessariamente, terá nota baixa.

Chutar ou deixar em branco?

Apesar de não recomendado, o Inep explica que participante que acertou uma questão “no chute”, não significa que sua nota irá diminuir, mas ela não tem tanto valor como se o participante tivesse acertado ose itens com a coerência pedagogia esperada.

Mas, ao deixar em branco, a questão será considera necessariamente como errada. Então, “sempre é melhor responder à questão do que deixá-la em branco, pois uma questão certa sempre aumenta a nota, e uma questão deixada em branco é corrigida como errada”, assegura o Inep.

Mínima e máxima

As notas mínima e máxima variam e dependem das questões da prova. Como as questões das provas não são as mesma, em cada ano, há notas mínima e máxima diferente.

Na divulgação dos resultados, em janeiro de 2026, o Inep disponibilizará as notas mínima e máxima das provas objetivas por área de conhecimento.

Ose critério adotados pela banca examinador do Inep no TRI podem ser conferis no canal do Inep no Youtube. O portal do instituto também disponibiliza um guia que detalha ao participante a metodologia adotada. 

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Por Agencia Brasil

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