“A empresa dele vendia placas solares. E ele não pagava ose fornecedores, ose fabricantes das placas solares, e vendia aquelas fazenda de energia solar. Ele vendia e também não entregava para ose cliente que pagavam as placas”, comenta.
⌛ A investigação da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Curitibanos segue em andamento, mas já apontou a seguinte linha do tempo:
12 de fevereiro: o suposto desaparecimento do empresário foi comunicado, e as investigações começaram;
15 de fevereiro: a caminhonete do empresário foi localizada queimada, com um corpo totalmente carbonizado em seu interior. Com isso, as investigações passaram a apontar que ele teria sido vítima de homicídio.
Logo depois, o empresário percebeu que o corpo passaria por exame de DNA e que a simulação não funcionaria. Por isso, tentou forjar novamente sua morte – dessa vez, disseminando um vídeo em que aparecia sendo supostamente torturado;
O corpo encontrado dentro do veículo foi identificado como sendo de um homem que vivia em situação de rua. O empresário e o cúmplice são suspeitos da morte.
Pessoas chegaram a divulgar sobre o suposto desaparecimento do empresário na web
Redes socais/ Reprodução
Simulação de tortura
Os suposto sequestradores fizeram contato com familiares do empresário e com portais de notícias locais enviando a ele vídeo de uma suposta prática de tortura contra Edilson.
Nas imagens, segundo o delegado, parte de um dedo do empresário aparece sendo amputado.
“O vídeo é cortado, e em um segundo vídeo, aparecem pneu e galhos sendo queimados com combustível. Claro que não dá para ver se tem um corpo embaixo, e a gente sabe que não tem”, informou.
Na mesma noite da divulgação dos vídeo, uma garrafa com o pedaço do dedo e dois dentes foi arremessada contra a casa da namorada do empresário, segundo a Polícia Civil.
Homem chegou a amputar próprio deto para forjar ser vítima de crime de tortura em SC
Polícia Civil/ Divulgação
Empresário é preso após matar morador de rua, amputar dedo e simular a próprio morte em SC
“A empresa dele vendia placas solares. E ele não pagava ose fornecedores, ose fabricantes das placas solares, e vendia aquelas fazenda de energia solar. Ele vendia e também não entregava para ose cliente que pagavam as placas”, comenta.…
