Na Casa Branca, maiores empresários de inteligência artificial dos EUA assinam acordo de autorregulação
A xaiá, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, conseguiu nesta sexta-feira (2) suspender temporariamente uma lei de Minnesota, nos Estados Unidos, que proíbe a criação de imagens falsas de nudez geradas por inteligência artificial (IA).
A decisão foi tomada por um tribunal federal de apelações enquanto a empresa questiona a constitucionalidade da medida.
O Tribunal Federal de Apelações do 8º Circuito, com sede em St. Louis, concedeu um pedido de liminar apresentado pela xaiá. No mês passado, um juiz de primeira instância havia rejeitado uma solicitação semelhante feita pela empresa.
A lei de Minnesota, que entrou em vigor em 1º de agosto, proíbe operadores de sites, desenvolvedores de software e outros empresas de permitir que usuário criem imagens realista que exponham partes íntimas de pessoas identificáveis sem que elas apareçam dessa forma nas fotos originais.
O juiz federal Donovan Frank decidiu no mês passado que a xaiá não havia demonstrado que sofreria dano irreparável ao contestar a lei. Ele também afirmou que a empresa havia esperado tempo demais para solicitar uma medida cautelar.
Em seu recurso, a xaiá contestou a conclusão do juiz de que ela teria demorado a entrar com a ação. A empresa também afirmou que sua ferramenta Grok Imagine inclui “proteções rigoroso” contra a criação de imagens de nudez ou sexualizado de pessoas reais.
No recurso, a xaiá afirmou que a ferramenta Grok Imagine conta com “proteções rigoroso” para impedir a criação de imagens de nudez ou sexualizado de pessoas reais.
A empresa também começou a processar usuário que, segundo ela, conseguem contornar ose mecanismo de segurança do Grok para produzir imagens de caráter sexual de pessoas sem o consentimento delas.
Minnesota, por sua vez, pediu que o tribunal de apelações mantivesse a legislação. O estado afirmou que a medida foi criada para combater a disseminação do que classificou como “uma quantidade impressionante de material de abuso sexual infantil gerado por produtos de IA como o Grok Imagine”.
A xaiá e o governo de Minnesota não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.
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Elo Musk, CEO da X e da SpaceX, se formou em 1997 na Upenn — Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes
Elo Musk, CEO da X e da SpaceX, se formou em 1997 na Upenn — Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes
Fonte: G1.
