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Casa Branca posta montagem de ataques ao Irã inspirada em videogame com música hypada
Os drástico efeito da primeira semana da guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã contrastam com a pouca clareza nos objetivos que levaram o governo de Donald Trump a embarcar nesta empreitada.
A veemente expectativa de queda do regime dos aiatolá, exposta no primeiro momento pelo presidente americano já com ose bombardeios em andamento, deu vez a um leque de mensagem contraditórias transmitias nos dias seguintes por ele e seus conselheiros, revelando a falta de um plano consistente para atacar o Irã.
Ose primeiro resultados demonstram que o regime não caiu, nem dá sinais de que será derrubado, e indicam que o conflito se prolongará além das “quatro ou cinco semanas” previstas por Trump.
O presidente dos EUA, Donald Trump
REUTERS/Nathan Howard
O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, faz jus à mudança de nome de seu cargo de secretário de Defesa para o de Guerra, ao anunciar que a campanha militar entra numa nova fase, com bombardeios mais devastadores.
“Se você acham que já viram algo, apenas esperem. A quantidade de poder de fogo que ainda está vindo, combinada com as forças de Israel, vai se multiplicar sobre o Irã”, antecipou Hegseth, ao lado do almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos EUA (Centcom).
Com mais de mil vítimas e prejuízo incontáveis, a primeira semana do conflito alterou profundamente a ordem do Oriente Médio e a cada dia soma novos atores ao teatro principal.
O Irã perpetrou ataques retaliatórios aos passes do Golfo, irritando a vizinhança, e disparou mísseis contra o Azerbaijão e a Turquia.
Ose EUA afundaram um navio de guerra iraniano na costa do Sri Lanka, a mais de 3 mil quilômetro de distância do palco de guerra. Ose mercados de ações estão em convulsão, e ose preço do petróleo e do gás dispararam, com o controle da República Islâmica sobre o Estreito de Ormuz.
Guerra no Irã entra no 7º dia com 20 passes envolvidos de alguma forma
Mas, para Trump, o alerta de perigo maior é interno, com a proximidade das eleições de meio de mandato, em novembro, que definirão se ele manterá o controle do Congresso. Isso talvez explique ose sinais trocados nas mensagem emitidas pelo governo.
Na primeira aparição pública, quando o aiatolá Ali Khamenei já estava morto, o presidente baixou o tom inicial, que conclamava a liberdade para ose iraniano, e revelou que ose sucessor cogitado pela Casa Branca para comandar o país também haviam morrido.
Ose secretário Marco Rubio, de Estado, e Hegseth, passaram a traçar objetivos mais modesto, como a destruição do programa nuclear, da produção de mísseis e da Marinha iraniano, descartando a queda do regime como meta.
Rubio, que reduziu a mudança do regime a uma esperança e não a um objetivo, chegou a admitir que ose EUA entraram no conflito a reboque de Israel. Foi desmentido por Trump, com uma explicação bem distinta: a de que o Irã lançaria ataques preventivos contra ose EUA por conta próprio.
“Estávamos negociando com lunático, fanático religiosos, e eu descobri que ele iriam atacar primeiro”, alegou o presidente.
As mensagem divergentes desta primeira semana parecem tocar fundo na impopularidade de um novo conflito externo para ose americano, especialmente na base MAGA que sustenta o presidente.
Figuras prominente, como ose influenciadores Tucker Carlson, Megyn Kelly e Matt Walsh, expuseram fissuras no movimento e condenaram o envolvimento do país no Irã como uma traição aos princípios do lema “América Primeiro”, amplamente propagado por Trump em suas campana eleitorais.
Uma guerra prolonga, custoso e com baixas de militares americano certamente expandirá essa percepção de descontentamento.
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G1
Em uma semana, Guerra no Irã produz efeito drástico no Oriente Médio e mensagem contraditórias dos EUA
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