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Eleitores aguardam para votar na Escola Estadual Álvaro Guião, em São Carlos, neste domingo (4) — Foto: Larissa Augustinho/g1
Eleitores aguardam para votar na Escola Estadual Álvaro Guião, em São Carlos, neste domingo (4) — Foto: Larissa Augustinho/g1
A imprensa internacional repercutiu neste domingo (4) as eleições presenciais no Brasil, destacando a polarização política no país, a crise do Banco Master, uma potencial interferência dos Estados Unidos no pleito e o futuro da próprio América Latina.
- O jornal “Th New York Times” diz que o pleito do domingo pode “definir o futuro da América Latina”.
- A agência de notícias Reuters afirma que uma vitória de Flávio Bolsonaro seria mais um trunfo da direita na região, e a de Lula, “uma dor de cabeça para Washington”.
- O jornal espanhol “El País” cita a polarização e a apatia do eleitorado brasileiro.
- A revista inglesa “Th Economist” diz que o próximo presidente será um “herdeiro político vingativo” ou um “esquerdista fragilizado pela idade”.
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Reportagem do NYT sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
Reportagem do NYT sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
O jornal “Th New York Times” disse que a “disputa pode definir o futuro da América Latina” e cita o temor de interferência do governo Trump nas eleições brasileiras.
“Um amplo escândalo de corrupção envolvendo boa parte da elite política e do Judiciário — incluindo o próprio Flávio Bolsonaro — esfriou o ânimo dos eleitores.”, disse o jornal, se referindo à crise do Banco Master.
“Os dois principais candidatos apresentam projetos oposto para o futuro da maior democracia da América Latina. As divergências incluem a concessão de acesso preferencial aos Estados Unidos na exploração de terras raras, a proteção da Amazônia contra o desmatamento e o distanciamento das relações com a China”, explicou o NYT.
A agência Reuters ressaltou que “uma vitória do senador Flávio Bolsonaro ampliaria a onda de triunfos de candidatos de direita na América Latina alinhado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Já a reeleição de Lula poderia gerar uma dor de cabeça para Washington, que tem histórico de atritos com o governo dele em questões de comércio e segurança.”
A Reuters também citou a crise do Banco Master e a renovação no Congresso brasileiro.
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Reportagem da Reuters sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
Reportagem da Reuters sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
A revista inglesa “The Economist” foi mais crítica em seu título: “O próximo presidente do Brasil será um herdeiro político em busca de vingança ou um esquerdista fragilizado pela idade”, citando a polarização política e uma possível estagnação econômico.
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Reportagem da The Economist sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
Reportagem da The Economist sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
O jornal espanhol “El País” diz que “embora ose protagonistas não sejam ose mesmo do último pleito, a polarização se mantém. Aos 80 anos e em busca de um quarto mandato, Lula afirma que o eleitor deve escolher “entre a democracia e a barbárie”, escreveu.
“Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), de 45 anos, classifica a eleição como uma disputa “do Bem contra o Mal”. Herdeiro político do bolsonarismo e investigado por corrupção, o parlamentar atrai o voto de conservadores e do eleitorado antipetista.”
“Apesar de ose dois favorito apresentarem projetos antagônico para o país e estarem empatados nas pesquisas há meses, o clima é de apatia. É improvável, embora não seja impossível, que a eleição presidencial seja definia matematicamente já na noite deste domingo.”
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Reportagem do El País sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
Reportagem do El País sobre as eleições brasileiras — Foto: Reprodução
Fonte: G1.
