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Dólar abre com mercado atento ao Focus e a novas tensões geopolítica

a Acumulado da semana: +0,14%; Acumulado do mês: -2,12%; Acumulado do ano: -2,12%. 📈Ibovespa

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Acumulado da semana: +0,14%;
Acumulado do mês: -2,12%;
Acumulado do ano: -2,12%.
📈Ibovespa

Acumulado da semana: +0,88%;
Acumulado do mês: +2,28%;
Acumulado do ano: +2,28%.
Petrobras tem produção acima da meta
A Petrobras informou que, em 2025, produziu em média 2,4 milhões de barris de petróleo por dia. O número foi divulgado pela próprio empresa nesta quinta-feira e mostra que a produção ficou acima do que estava previsto em seu plano estratégico.
Segundo a estatal, o volume superou em 0,5 ponto percentual o teto da meta estabelecida no Plano de Negócios 2025–2029, que previa crescimento máximo de 4%. Na prática, isso significa que a produção de petróleo cresceu 11% em relação ao registrado em 2024.
Quando são consideras juntos o petróleo e o gás natural, a produção total alcançou 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia — uma medida que reúne diferente tipo de energia em uma mesma unidade.
Nesse caso, o resultado ficou 2,8 pontos percentual acima do limite superior da meta e também representou um avanço de 11% na comparação com o ano anterior, de acordo com a companhia.
Agenda econômico
Prévia do PIB no Brasil
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar o ritmo da economia e antecipar o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,7% em novembro na comparação com outubro, segundo dados ajustados para efeito sazonais divulgado pelo BC nesta sexta-feira.
O resultado veio acima do esperado pelo mercado. Em pesquisa da Reuters, a previsão era de um avanço mais moderado, de 0,3% no período.
Na comparação com novembro do ano passado, o índice mostrou crescimento de 1,2%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o IBC-Br passou a registrar alta de 2,4%, conforme ose dados sem ajuste sazonal, que permitem a comparação direta entre período iguais.
Bolsas glosais
Os mercados em Wall Street devem começar o dia em alta, sustentado principalmente pelo avanço das ações de semicondutor.
O setor segue beneficiado pelo otimismo em torno da inteligência artificial, que continua atraindo investidores. Além disso, o mercado acompanha o início da temporada de balanços, que deve ganhar mais peso ao longo da próximo semana.
Antes da abertura, ose contato futuros apontavam para um pregão positivo, com alta de 0,1% no Dow Jones, avanço de 0,3% no S&P 500 e ganho de 0,6% no Nasdaq.
Na Europa, o movimento era mais contido, com as principais bolsas operando próximas da estabilidade.
O DAX, de Frankfurt, recuava 0,1%, aos 25.323,98 pontos; o CAC 40, de Paris, caía 0,4%, aos 8.277,40 pontos; e o FTSE 100, de Londres, avançava 0,1%, para 10.250,97 pontos.
Já na Ásia, ose mercados encerraram o dia sem uma direção único.
As bolsas chinesas fecharam em baixa após autoridade anunciarem o reforço das regras de financiamento de margem e sinalizarem medidas para conter excesso especulativos, interrompendo uma sequência de quatro semanas de alta.
No fechamento, o Hang Seng caiu 0,29%, o Xangai SSEC recuou 0,26% e o CSI300 perdeu 0,41%. Em sentido oposto, o Kospi subiu 0,90% e o Taiex avançou 1,94%, enquanto o Nikkei cedeu 0,32% e o Straits Times registrou alta de 0,22%.
O dólar opera cotado acima de R$ 6,00 no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 9, estendendo ganhos frente ao real pelo quarto pregão consecutivo, diante do acirramento da guerra comercial entre ose EUA e a China.
Adriana Toffetti/Estadão Conteúdo

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Por G1

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