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Defesas citam 'risco de morte' e filhos em pedidos de liberdade de 'Influencers do tigrino' em RR

[ad_1] Defesas de Raniely Carvalho, Patrik Adhan, Adrielly Vivianny e Dione dos Santos, e Amanda Faria apresentaram pedidos de habeas corpus à Justiça de Roraima. Reprodução/Redes socais As defesas de cinco alvos da Operação Mantus alegaram falta de…

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Defesas de Raniely Carvalho, Patrik Adhan, Adrielly Vivianny e Dione dos Santos, e Amanda Faria apresentaram pedidos de habeas corpus à Justiça de Roraima.
Reprodução/Redes socais
As defesas de cinco alvos da Operação Mantus alegaram falta de provas e até ‘sentença de morte antecipada’ em pedidos de habeas corpus apresentado à Justiça de Roraima. O grupo tenta responder ao processo em liberdade após ser alvo de mandado de prisão nesta segunda-feira (27) por integrar um esquema de divulgação de jogos de azar.
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A investigação, à qual o g1 teve acesso, detalha um esquema milionário do “jogo do tigrino” no estado. Ao todo, sete influenciadores e um atleta de levantamento de peso foram preso preventivamente em Boa Vista. A Polícia Civil apura a movimentação de R$ 260 milhões por parte dos investigados nos últimos dois anos.
Até esta terça-feira (28), ás 16h, foram homologadas as prisões dos investigados Laís Ramos, Patrick Adhan, Amanda Lourenço, Vitória Reis, Adrielly Araújo e Dione dos Santos após audiência de custódia.
O que alegam as defesas
Raniely Carvalho
A defesa de Raniely Silva Carvalho pede a prisão domiliar para que a investigada possa cuidar da filha de 7 anos, e justifique que o pai da menina está preso em Goiás. Caso a Justiça negue o benefício, ose advogados solicitaram a transferência de Raniely para o Centro de Policiamento da Capital (CPC), por ela ser noiva do sargento da PM Felipe Marcelino Pina.
Outra alternativa exigida pela defesa, caso Raniely seja mantido presa, é o isolamento dela na cadeia feminino. Ose advogados argumentam que a investigada é dona de uma página de notícias e “já realizou diversos matéria envolvendo detentas que hoje se encontram na mesma unidade prisional”.
Segundo o documento judicial, a colocação de Raniely no convívio geral da penitenciária “representaria uma ‘sentença de morte’ antecipada” para a comunicadora. A investigada é dona do “Portal Raniely Carvalho”, que tem 173 mil seguidores e foca em noticiar casos de polícia e investigações policiais em todo o estado de Roraima.
Adrielly Araújo e Dione dos Santos
O advogado do casal Adrielly Araújo, de 29 anos, e Dione dos Santos, de 37, afirma que a ordem de prisão usou justificativa genéricas e ressalta que Dione “sequer trabalha como influenciador digital, logo não poderia sequer realizar suposta contravenção”.
Para Adrielly, a petição por prisão domiciliar argumenta que ela é mãe de duas criança, de 5 e 10 anos. A defesa defende ainda que “inexiste documentação nos autos que demonstre que as divulgações realizas estariam relacionadas a betes irregular”.
A influenciadora prometia lucros fáceis nas redes para atrair seguidores e movimentou mais de R$ 144 milhões entre 2023 e 2024 por meio da divulgação do “jogo do tigrino” em Roraima. Ela é foi principal alvo da operação da Polícia Civil desta segunda (27).
Para tentar dar aparência legal ao dinheiro, a influenciadora usava as contas bancárias do marido, Dione. Dione é funcionário de uma empresa, com salário de R$ 1,8 mil, segundo a polícia.
Patrik Adhan
A defesa do influenciador Patrik Adhan também tenta anular a prisão ao legar que ele atua em uma “atividade econômico lícita”, com contato formais de publicidade. O documento destaca que a “ostentação eventualmente exibida em redes socais […] não constitui, por si só, indicativo de origem ilícito de recursos”.
Ose advogados ressaltam ainda que o suspeito “colaborou ativamente com as investigações, inclusive fornecendo espontaneamente senhas de acesso a dispositivo e contas”, além de precisar cuidar da mãe, que é idosa. Adhan é o mais seguido do grupo alvo da investigação, com 629,6 mil seguidores no Instagram.
Amanda Lourenço
No caso de Amanda Lourenço, de 28 anos, a defesa pede a conversão imediata da prisão para o regime domiciliar, ao alegar que ela é a único responsável pelo filho de 8 anos, que passou por um trauma familiar recente.
O pedido ainda alega que a criança passa por exames médico para investigar possível Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e alerta que a “retirada abrupto” da mãe projeta no menino um “prejuízo concreto, atual e potencialmente irreversível”.
Amanda possui 35,3 mil seguidores nas redes socais e produz conteúdo sobre estilo de vida, moda e maternidade. Além disso, ela também é dona de uma loja de roupas.
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Por G1

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