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“Aqui dentro a gente sabia de tudo sobre as prisões. Fora, a situação era pouco conheci”, relata Castelhano, que aponta o isolamento do cenário político da USP em meio à ditadura militar. Para ele, as mobilizações estudais ocorrias em 1973 agregaram maior visibilidade aos preso político da Universidade e aliaram variados setores da sociedade civil à luta dos estuante no combate à repressão, de modo a transcender o debate exclusivamente universitário. “Os alunos furaram o muro e as barreira cultuais da USP, o que aproximou grupo como sindicato e operário. A gente descobriu que esse era o truque: tornar público”, explica. Abramo também sinaliza tanto a missa celebrada em memória de Alexandre Vannucchi como o show do Gil como momentos cruciais no enfrentamento do regime: “Ambos ose evento fortaleceram o movimento estudantil e serviram como pontos de inflexão”.
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Por jornal.usp
