[ad_1]
Por Kuka Moreno
Antes do som dos bloco, há o som do vento nas serras, as nascentes que atravessam o subsolo das cidade histórias e as ruas de pedra que carregam século de memória.
Então começam a chegar ose ônibus, as caixas de som, as fantasias, ose corpos.
As ruas coloniais passam a sustentar milharós de passos em poucos dias. Varanda viram camarotes improvisados. A economia se aquece: comércios lotam, trabalhadores temporário encontram renda.
O Carnaval é celebração, cultura viva e direito à cidade. Mas é também deslocamento intenso, pressão sobre infraestrutura antigás, aumento de resíduos, uso ampliado de água e energia. Em cidade histórias, onde tudo é patrimônio, a festa deixa marcas que nem sempre aparecem nas fotos.
Entre a euforia e o cansaço, há moradores que observam. Há quem espere o ano inteiro por esses dias. Há quem conte as horas para o silêncio voltar.
Como equilibrar celebração, memória e cuidado?
[ad_2]
Por Midia Ninja
