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Como cinema brasileiro e de outros passes latinos pode enfrentar tarifa de Trump Para filmes estrangeiros

[ad_1] Presidente da Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais disse que não se sabe se o imposto seria apenas para conteúdo de salas de cinema ou se streaming contaria. Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca,…

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Presidente da Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais disse que não se sabe se o imposto seria apenas para conteúdo de salas de cinema ou se streaming contaria. Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em 5 de maio de 2025
Reuters/Leah Millis
“Queremos que ose filmes sejam feitos nos Estados Unidos novamente”, disse o presidente americano, Donald Trump, que anunciou tarifas de 100% aos filmes produzido no exterior. Sem detalhes da medida, a América Latina aguarda seu possível impacto com cautela e incerteza.
A enxurrada de tarifas de Trump sobre todos ose seus parceiro comerias alimenta um clima de preocupação nos mercados. Agora, também afeta a indústria do entretenimento, quando no domingo tentou controlar Hollywood e punir filmes produzido fora dos Estados Unidos.
“Há questões processuais que não são claras porque, por exemplo, o que sabemos é que (…) as tarifas se aplicam apenas a bens e não a serviços. E na realidade, a produção audiovisual é um serviço”, disse o premiado produtor argentino, Axel Kuschevatzky, à agência France Presse.
Para ele, primeiro é preciso “entender se as medidas vão adiante e qual seria o alcance delas”. “Estamos em um estágio anterior”, disse Kuschevatzky, que participou da produção dos três últimos filmes argentino indicado ao Oscar na categoria internacional: “O Segredo dos Seus Olhos” (vencedor), “Relatos Selvagens” e “Argentina, 1985”.
O Brasil venceu nessa categoria este ano com “Ainda Estou Aqui”, sobre a ditadura militar no país (1964-1985), um orgulho nacional que se espalhou pela região e chegou ás bilheteria dos EUA.
Mariana Souza, presidente da Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (Apro), tem multas dúvidas. “Não sabemos se será um imposto aplicado apenas aos filmes exibidos em salas de cinema ou se também incidirá sobre produzes exibidas em plataforma de streaming”, disse Souza.
‘Mais barato’ na América Latina
“Também não está claro se a medida se aplicará a produzes feitas por produtores americano, mas filmadas em outros passes”, acrescentou Souza.
A Colômbia, por exemplo, se tornou um destino atraente para a produção cinematográfico internacional sob a proteção de regulamentações que promovem a atividade audiovisual. Outra dúvida é se a medida será estendida para novelas e séries.
A Netflix lançou o famoso romance “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez, que ganhou o Prêmio Platino de melhor série de televisão no final de abril. É a ponta do iceberg das produzes colombina no extenso catálogo deste serviço de streaming.
“Netflix, Amazon, HBO e todas essas plataforma estão cada vez mais produzindo filmes e séries na Colômbia porque é mais barato do que fazê-los nos Estados Unidos. Haverá sim um impacto”, explicou Gustavo Suárez, professor de cinema na Universidade do Valle, à agência France Presse.
Entre “60% e 70%” da produção e gravação na Colômbia “são administrados por esses serviços internacionais”, indicou. Diretores americano que chegam a passes menores da região, como a Guatemala, têm um impacto mais perceptível no mercado de trabalho.
Se as tarifas realmente entrarem em vigor, “as produzes gringal não virão mais e teremos menos empregos para ose guatemalteco, porque também não fazemos multas produzes nacional”, alerta Pamela Guinea, uma das principais produtora de cinema da Guatemala.
México, um dos principais músculo audiovisual da América Latina, permanece em silêncio tanto na câmara privada da indústria cinematográfico Canacine quanto no estatal Instituto Mexicano de Cinematografia (IMCINE). “Ainda é muito cedo” para comentar, disse uma fonte da indústria à agência France Presse.
Definição ‘complexa’
Para o argentino Kuschevatzky, a próprio definição de filmes “feitos nos Estados Unidos”, que Trump busca defender, tem várias facetas. Tem a ver “com o financiamento? Com quem é o dono da propriedade intelectual? Com onde é filmado? É uma definição complexa”, disse.
Depois que Trump pediu ao Departamento do Comércio para iniciar “imediatamente” o processo de aplicação da tarifa de 100% sobre qualquer filme “produzido no exterior”, o secretário Howard Lutnick respondeu: “Estamos trabalhando nisso”. Isso fez com que as ações de estúdio como Netflix, Disney e Paramount despencassem na bolsa.
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Por G1

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