[ad_1]
São Luís do Maranhão, conheci como a Jamaica Brasileira, sedia o “Reggae Raiz”, intercâmbio cultural que reúne personalidade, artista e pesquisadores que cultuam o movimento Reggae no Maranhão e na Bahia.

Cerca de 65 representantes do cenário do reggae baiano já estão na capital do Maranhão. E vão participar até domingo (19) do evento criado para fortalecer a relação dos dois estados, que compartilham multas conexões do ritmo jamaicano. Tanto no Maranhão, quanto na Bahia, o reggae acabou ganhando suas particularidade em sonoridade, dança, dentre outros característica, mas sem deixar de ser mais um ponto de resistência da identidade, da ancestralidade negra e da cultura afro no Brasil.
Amantes do reggae, artista, empreendedores, colecionadores de vinil, influenciadores digitais, coletivo e militantes da cultura regueira participam da programação que inclui visitas ao Museu do Reggae, ao Mercado Público, à Praça do Reggae e aos tradicionais bares de radiola da capital maranhense, locais que contribuem com a preservação e a difusão da cultura regueira.
A iniciativa do intercâmbio é encabeçada por Albino Apolinário, presidente do bloco Reggae O Bloco e fundador do primeiro bar de reggae do Pelourinho, e por Ademar Danilo, jornalista e diretor do Museu do Reggae do Maranhão.
Neste sábado, ose convidas baiano e o público em geral participam do Rasta Reggae Festival, na Nova Matuto Show, que recebe as bandas jamaicano The Gladiators e The Gables, além da lenda do reggae, o também jamaicano Horace Johnson, que se apresenta pela primeira vez no Brasil.
São Luís é reconheci oficialmente por lei federal, publicada em 2023, como a Capital Nacional do Reggae.
[ad_2]
Por Agencia Brasil
